domingo, 22 de novembro de 2020

Constantino detona jornalista que incentivou depredações e o ódio: "Patota do selo azul"

 

O comentarista e escritor, Rodrigo Constantino, utilizou as redes sociais para criticar a postura da jornalista Maria Tereza Cruz, que usou o Twitter para apoiar a depredação da filial do Carrefour em São Paulo, como forma de protesto contra a morte do cliente João Alberto Freitas, nas dependências do supermercado, em Porto Alegre.

"Vem cá, essa aí é jornalista, é? Da patota do selo azul e tudo?", questionou o colunista.

Na postagem de Maria Tereza, ela disse o seguinte:

"Vi imagens do protesto dentro do Carrefour da Pamplona, em bairro rico de SP e me deu uma satisfação como se eu tivesse lá. Infelizmente, não pude estar. Mas, o tom é esse mesmo: quando o diálogo não é possível (e não é), tem que quebrar tudo, tocar fogo mesmo."

Em outra mensagem, a também atriz, foi além e mandou recado para os colegas de profissão:

"Todo e qualquer jornalista que hoje chamar manifestantes de vândalos não honram o ofício. Fim"

Confira:

O assassinato por espancamento de Freitas gerou vários protestos nas principais cidades do Brasil: São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre, onde aconteceu o crime.

Em São Paulo, um grupo com, aproximadamente, 30 manifestantes invadiu, depredou e ateou fogo em uma unidade da rede de supermercados. Dentro do estabelecimento, os participantes do ato quebraram vidraças, danificaram escadas rolantes e derrubaram vários produtos das prateleiras, mas disseram que nenhum item foi saqueado. Esse foi o grupo que Maria Tereza elogiou.

Durante a invasão, havia muitos clientes no supermercado. Um casal de idosos estava dentro do carro, esperando a filha, quando o veículo foi depredado. Eles disseram que foram ameaçados pelos vândalos e, se não fosse o auxílio de uma das participantes, não teriam como ter saído do automóvel.

Incentivados nas redes sociais, uma manifestante escreveu em "agradecimento":

“O pessoal bravo porque quebraram um carro que o Carrefour tem a obrigação de arrumar. Enquanto um homem preto foi espancado até a morte. E nós, atacados com ovo e garrafa de vidro por moradores. Vão à m…, pessoal. Quando a gente botar fogo no Brasil e fazer Palmares de novo, vocês vão ver”, ameaçou a manifestante, referindo-se ao famoso Quilombo dos Palmares.

É lamentável!

Jornal da Cidade