terça-feira, 17 de junho de 2014
"O preço do atraso", editorial da Folha
Não chega a ser surpresa que vá atrasar a geração de energia pela usina de Belo Monte. Já em dezembro, segundo reportagem que esta Folha publicou sobre o maior empreendimento hidrelétrico do país, sabia-se que a operação da primeira turbina ultrapassaria em alguns meses o prazo previsto, fevereiro de 2015. O atraso, porém, afigura-se bem mais sério. Em correspondência enviada à Aneel, a concessionária Norte Energia S.A. propõe novo cronograma que adia todo o projeto em pelo menos um ano. A empresa culpa os suspeitos de sempre: licenciamento ambiental, greves e bloqueios dos canteiros por grupos contrários à hidrelétrica. Tudo isso é parte da verdade, mas não é a verdade toda. Continue lendo http://migre.me/jSbI7