A Opep concordou em reduzir a oferta em 23%, com redução de produção para 8,5 milhões por dia. O acordo é provisório e visa suavizar o colapso do mercado durante a crise mundial causada pelo avanço do coronavírus.
Durante conversa via videoconferência, a Arábia Saudita aceitou reduzir sua produção em 4 milhões de barris diários, enquanto a Rússia reduziu as extrações em 2 milhões de barris ao dia. O governo de Mohammad bin Salman teria, inclusive, concordado na conversa em manter o pacto até depois de 2022.
O acordo, caso se torne definitivo, se tornará o maior corte na produção da commodity desde 1980, ano em que Estados Unidos e Europa inundaram o mercado de petróleo.
A expectativa dos países é que os Estados Unidos cooperem com a redução na produção, apesar de Donald Trump já ter se posicionado contra qualquer negociação formal. O chefe da Casa Branca disse que já houve redução nas petrolíferas norte-americanas, visto a queda na demanda. “Eu acho que os cortes são automáticos se você acredita no mercado“, disse Trump.
Com agências