domingo, 3 de maio de 2015

Mudanças na cobrança de ICMS e quebra de compromissos ambientais azedam relação entre CSN e governo do Rio de Janeiro

Lauro Jardim - Radar - Veja




Steinbruch: vai levar a CSA?
Steinbruch: relação tensa com Cabral e Pezão vai se refletir no caixa

Benjamin Steinbruch recebeu dois duros golpes nos seus planos de reduzir o endividamento da CSN.
Há um mês, a siderúrgica sofreu com a alteração dos benefícios fiscais no pagamento de ICMS no Rio de Janeiro. Hoje, a empresa paga cerca de 200 milhões de reais por ano em impostos no estado. Luiz Fernando Pezão acha pouco e, com a nova legislação, quer a volta do período em que a CSN despejava 1 bilhão de reais nos cofres públicos.
A outra mordida veio da área ambiental: o governo do Rio executou uma fiança bancária da siderúrgica de 13 milhões de reais por não cumprimento dos compromissos de um termo de ajustamento de uma fábrica.
Steinbruch nunca teve boas relações com Sérgio Cabral e, pelo visto, a tradição seguirá com Pezão.