A assessoria de imprensa do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), confirma que ele prestou esclarecimentos à Polícia Federal na última quarta (29) e que os valores pagos à Pólis, empresa do marqueteiro João Santana, por seu comitê financeiro foram compatíveis com outras campanhas à época.
O jornalista virou alvo de um inquérito da Polícia Federal que apura a suspeita de que duas empresas dele trouxeram de Angola para o Brasil US$ 16 milhões em 2012 numa operação de lavagem de dinheiro para beneficiar o Partido dos Trabalhadores.
A equipe do prefeito diz que os serviços prestados foram executados, medidos e devidamente pagos pela campanha, conforme determina a lei eleitoral. A empresa de João Santana atuou no primeiro e no segundo turno da eleição para a prefeitura paulistana.
A nota afirma que, "pelo noticiário da imprensa, a Pólis fez cinco campanhas em quatro países, em 2012", sendo "impossível ter conhecimento da movimentação da empresa no exterior".
| Paulo Pinto/Divulgação | ||
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| Haddad (à dir.) e o marqueteiro João Santana durante a campanha de 2012 |
