terça-feira, 25 de junho de 2019

"Paulo Preto, amigo de Gilmar", por José Nêumanne

Paulo Preto, escudo dos tucanos mais fortes, protegido por Gilmal e companheiro de falcatruas de Tacla Duran, foragido no exterior e usado para desqualificar Moro. Foto: JF Diorio/Estadão

A notícia da Lava Jato da transferência de US$ 400 mil de uma conta na Suíça de Paulo Vieira de Souza, Paulo Preto, tido como operador de propinas do PSDB, serve para marcar algumas iniciativas fora da curva do ex-vice-presidente da Dersa, atualmente preso. 
A primeira delas é que, ao contrário dos petistas e outros associados do clube da propina, os tucanos usaram e abusaram de seu fac totum técnico. 
A segunda é que Gilmar Mendes, do STF, tão rigoroso quando trata de procuradores da Lava Jato e do ministro da Justiça, Sergio Moro, nunca se declarou suspeito quando soltou engenheiro, que conheceu no Planalto no governo FHC, quando era advogado geral da União e o outro, assessor do secretário-geral da Presidência, Aloysio Nunes. 
E mais: Tacla Duran, advogado que denuncia ex-juiz, é sócio desse réu.

Com O Estado de São Paulo