terça-feira, 30 de abril de 2019

25 militares venezuelanos desertam e pedem asilo em embaixada do Brasil

O autoproclamado presidente interino da VenezuelaJuan Guaidó, afirmou nesta terça-feira, 30, que militares o apoiam em movimento para acabar com a "usurpação do poder" no país e convocou todos para as ruas do país para pressionar o presidente Nicolás Maduro.

Leopoldo López, outra figura-chave da oposição venezuela, também está nas ruas ao lado de Guaidó. López cumpria prisão domiciliar e disse ter sido solto após os soldados que vigiavam sua casa deixarem de reconhecer a liderança do chavista.

Veja imagens ao vivo da Venezuela, transmitidas por um canal opositor a Maduro:

ACOMPANHE AO VIVO

  • 17h55
    30/04/2019
    Venezuelanos de Miami participam da manifestação "Venezuela sai às ruas" em apoio ao líder opositor Juan Guaidó, nesta terça-feira, 30, na Flórida (EUA). Os manifestantes reagiram com uma mistura de esperança e cautela aos eventos em seu país, onde o líder opositor Juan Guaidó comanda um levante apoiado por militares contra Maduro. Foto: Cristobal Herrera/EFE
    Cristobal Herrera/EFE
  • 17h34
    30/04/2019
    A companhia aérea Air France ordenou nesta terça-feira, 30, que um voo que tinha decolado em Paris com destino a Caracas voltasse ao aeroporto da capital francesa devido à tensa situação sociopolítica na Venezuela e anunciou que está acompanhando a evolução dos protestos antes de decidir novos cancelamentos.
    O voo AF368, que havia deixado o Aeroporto Charles de Gaulle de manhã, precisou dar meia-volta "após uma análise da situação por parte da companhia", declarou um porta-voz da Air France à agência EFE.
    A Air France lamentou os inconvenientes causados e ressaltou que a segurança dos passageiros e de seus funcionários "é um imperativo absoluto". / EFE

  • 17h24
    30/04/2019
    Hospital de Chacao, o mais próximo aos arredores da Base Aérea de La Carlota, onde ocorreram confrontos entre partidários da oposição e militares pró-Maduro, disse ter atendido ao menos 50 feridos nos protestos desta terça-feira, 30. 
    Ao menos 30 deles foram feridos com balas de borracha e outros 16 tiveram traumas por pancadas. Outros três apresentaram problemas respiratórios por inalar gás pimenta e um teve ferimento a bala. O hospital tem recursos para tratar os feridos graças a doações feitas pela Cruz Vermelha. 
  • 16h45
    30/04/2019
    O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, Augusto Heleno, considera que o apoio da alta cúpula das Forças Armadas da Venezuela ao oposicionista Juan Guaidó não foi confirmado ao longo do dia, como chegou a ser anunciado pelo presidente autoproclamado no início da manhã. Para Heleno, não há expectativa de solução no curto prazo para a crise no país vizinho e o cenário segue indefinido. "Não se sabe quanto tempo irá demorar para uma solução que leve à saída de (Nicolás) Maduro do País". LEIA MAIS AQUI
  • 16h44
    30/04/2019
    O enviado especial do governo americano para a Venezuela, Elliot Abrams, disse nesta terça-feira, 30, que os protestos de hoje no país "não saíram do nada" e são frutos de negociações patrocinadas pelos Estados Unidos entre a oposição e funcionários de alto nível do governo de Nicolás Maduro, que estariam dispostos a romper com o regime. 
  • 16h31
    30/04/2019
    chancelaria chilena confirmou na tarde desta terça-feira, 30, que o opositor Leopoldo López, sua mulher Lilian Tintori, e os filhos estão abrigados na condição de hóspede na residência diplomática da embaixada em Caracas. 
  • 16h21
    30/04/2019
    O governo editou Medida Provisória para abrir crédito extraordinário, em favor do Ministério da Defesa, no valor de R$ 223,853 milhões, para assistência emergencial e acolhimento humanitário dos venezuelanos. A MP foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União que circula nesta tarde.
  • 16h10
    30/04/2019
    CHAVISTAS DISSIDENTES
    Palácio do Planalto confirmou que cerca de 25 militares pediram asilo à embaixada brasileira em Caracas e que foram recebidos pelo Brasil. O governo brasileiro não revela, por enquanto, a identidade dos militares que foram acolhidos. A decisão de recebê-los foi do presidente Jair Bolsonaro.

    Embora a leitura inicial deste gesto seja de que autoridades militares começariam a se desgarrar do presidente Nicolás Maduro, o que reforçaria a situação do presidente autoproclamado Juan Guaidó, fontes do Planalto ressaltam que não há dados concretos sobre isso.
  • 16h05
    30/04/2019
    Segundo a ONG Foro Penal Venezuelano, que monitora os protestos contra o chavismo na Venezuela, ao menos 11 pessoas foram presas nos protestos de hoje. Cinco delas em Maracaibo, em Zulia,  duas em San Cristóbal, em Táchira, duas no Estado de Lara e duas no Estado de Carabobo. 
  • 16h01
    30/04/2019
    Depois de reunir-se com o presidente Jair Bolsonaro e com os ministros da Defesa, general Fernando Azevedo, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, e das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, o vice-presidente Hamilton Mourão voltou a dizer nesta terça-feira que o Brasil não participará de uma eventual intervenção militar na Venezuela.

    Ele também classificou a situação no país vizinho como "muito confusa" e acrescentou que os líderes oposicionistas foram para uma "situação limite".

  • 15h39
    30/04/2019
    PARTIDA SUSPENSA
    Conmebol suspendeu nesta terça-feira a partida entre Estudiantes de Mérida e Argentinos Juniorsmarcada para a quinta-feira, 2, em Mérida, no oeste da Venezuela, pela primeira fase da Copa Sul-americana em razão crise no país.

    "A Conmebol tomou a decisão de suspender a partida entre Estudiantes de Mérida - Argentinos Juniors pela Copa Sul-americana 2019", disse a organização, sem informar uma nova data e local para a disputada do jogo.

    Em Mérida, onde a equipe do Argentinos Juniors se encontra desde segunda-feira, o dirigente do clube portenho Alejandro Roncoroni afirmou ao canal argentino C5N que "tenta retornar o quanto antes para Buenos Aires". "Aqui não há muita informação, mas estamos tentando voltar o mais rápido possível. (Estamos) muito bem assistidos, muito seguros (no hotel) e nossas famílias podem ficar tranquilas", completou.
  • 15h26
    30/04/2019
    EMBAIXADA NOS EUA
    Centenas de manifestantes opositores ao governo de Nicolás Maduro protestam nesta terça-feira, 30, diante da embaixada venezuelana em Washington, ocupada por ativistas favoráveis ao governo chavista que tentam impedir que o local passe para as mãos da delegação nomeada por Juan Guaidó.

    Com cartazes com os dizeres "Mãos fora da minha embaixada" - uma paródia do slogan chavista "Mãos fora da Venezuela - e "Já caiu, já caiu, o presidente é Juan Guaidó", os manifestantes provocavam os ativistas que vivem nas instalações há mais de duas semanas.

    A polícia instalou uma dupla barreira metálica para proteger os ativistas pró-Maduro que nas últimas semanas se agruparam e formaram o chamado Coletivo para a Proteção da Embaixada.
    SAUL LOEB / AFP
  • 15h10
    30/04/2019
    PRESSÃO DOS EUA
    Os Estados Unidos ofereceram o alívio de sanções econômicas e diplomáticas impostas a aliados do regime de Nicolás Maduro se houver uma adesão ao movimento do autoproclamado presidente da Venezuela, Juan Guaidó. Isso inclui sanções impostas à petrolífera venezuelana PDVSA, que teve ativos bloqueados.

    Departamento do Tesouro americano divulgou nesta terça-feira uma nota em inglês e em espanhol, atribuída ao porta-voz do órgão, na qual os EUA alegam que "o caminho para alívio de sanções individuais e de entidades ligadas ao antigo regime de Maduro, incluindo instituições como a PDVSA, é mudar o comportamento através do apoio a um líder venezuelano democraticamente eleito e àqueles que buscam a restauração da democracia", explica a Correspondente em Washington, Beatriz Bulla.
  • 14h33
    30/04/2019
    Sequência de fotos mostra o momento em que um dos blindados da Guarda Nacional Bolivariana (GNB) avança sobre manifestantesanti-Maduro, atingindo ao menos um deles:


    REUTERS/Ueslei Marcelino
    REUTERS/Ueslei Marcelino
  • 14h29
    30/04/2019
    CRÍTICA DE MOSCOU
    A Rússia acusou a oposição venezuelana de alimentar o conflito político no país e pediu negociações para evitar um banho de sangue.

    "A oposição radical na Venezuela usou mais uma vez de métodos severos de confronto" que apenas "alimentam o conflito", criticou o Ministério do Exterior da Rússia em um comunicado.

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