terça-feira, 8 de maio de 2018

"Lula fica", por José Nêumanne

O Estado de São Paulo




Ouvido por Moro, presidente do Instituto Lula, Paulo Okamotto, disse que Lula quis comprar terreno que, segundo MPF, sempre foi dele. Foto: MPF
Ao contrário do que se imaginava, o ministro do STF Ricardo Toffoli anunciou seu voto no plenário virtual da Segunda Turma seguindo o relator Edson Fachin, que negou mais um embargo do embargo do embargo da defesa de Lula, ou seja, para que o petista fique preso onde está: na PF em Curitiba.

São dois votos, com mais um (provavelmente o do decano Celso de Mello), a defesa do ex terá nova derrota, ainda que Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes mais uma vez desafiem ponto pacífico (foi por isso que se recorreu ao plenário virtual) e votem pela liberdade do preso mais famoso do Brasil.

Agora certamente virão novos agravos regimentais no afã infinito dos advogados que querem impor sua fantasia da perseguição política num processo judicial.
(Comentário no Jornal Eldorado da Rádio Eldorado – FM 107.3 – na terça-feira 8 de maio de 2018, às 7h30m)