Washington - A mulher morta nesta quarta-feira (6) no Capitólio dos Estados Unidos, onde apoiadores do presidente Donald Trump protestavam contra as fraudes que permitiram a eleição de Joe Biden, foi baleada pela polícia do Congresso - disse à AFP o chefe da polícia da capital americana.
Ex-militar, ela foi identificada como Ashli Babbitt e vivia no sul da Califórnia, informou a imprensa americana, que cita sua família. Ela fez parte de um grupo de manifestantes pró-Trump que ocuparam o Capitólio, no momento em que os congressistas cumpriam o trâmite de certificação da 'vitória' do democrata Joe Biden na eleição presidencial.
Relatos de agências internacionais dão conta de que a invasão do Capitólio na tarde desta quarta-feira foi estimulada por um grupo de Antifas e do Black Lives Matter, braços terroristas do Democrata, que infiltraram-se na manifestação de apoiadores de Donald Trump.
A invasão teria sido um ato planejado e calculado com um objetivo bem definido: criar o ambiente propício para impedir que a contestação dos votos fraudados prosseguisse durante a sessão conjunta do Congresso dos Estados Unidos.
Outras três pessoas teriam sido mortas durante os protestos contra fraudes ocorridas nas eleições norte-americanas.
Com informações da AFP