quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Veterana da Força Aérea, Ashli ​​Babbitt foi executada no interior do Capitólio dos Estados Unidos. Alguém ouviu Obama lamentar a morte da militar?

Ashli Babbitt Invasão capitólio EUA

Mulher morta no Capitólio foi identificada como Ashli Babbitt, veterana das guerras do Afeganistão e Iraque. Foto: Bloomberg photo by Victor J. Blue


Babbitt, 35 anos, serviu no Afeganistão e no Iraque, antes de participar de outros deslocamentos com a Guarda Nacional para o Kuwait e Qatar, disse o ex-marido Timothy McEntee. Ele e Babbitt se conheceram na Força Aérea e foram casados por 14 anos, antes de se separarem em maio de 2019


Atualizado à 01h25

A interrogação óbvia: qual teria sido a reação de tipos como Obama e similares se a vítima Ashli ​​Babbitt fosse negra, drogada, comunista ou gay? É uma questão que assusta o cidadão de bem, nos Estados Unidos ou em qualquer lugar deste planeta. 

O noticiário girou muito mais em torno da publicação de Donald Trump pedindo que as pessoas retornassem às suas casas, quando o Capitólio havia sido ocupado.. 

Ainda assim, a velha mídia que cinicamente atuou para demonizar o presidente da República desde o primeiro dia de seu governo, em 2017, distorceu os fato e disparou manchetes afirmando que Trump estimulara a violência e que incentivara a multidão a invadir o Capitólio. 

A execução de Ashli ​​Babbitt passou à periferia do noticiário.

Agora, imaginem se Ashli fosse uma drogada, uma negra, uma comunista ou gay? 

Obama e curriola estariam choramingando até agora a morte da campanheira. O 'poste' do ex-presidente, Joe Biden, talvez nem tivesse espaço para falar. 

A propósito, Obama responsabilizou Trump pela morte de mais de 361 mil pessoas pelo vírus chinês

Sobre a recuperação de quase 50 milhões de norte-americanos afetados pelo vírus chinês, o ex-presidente Obama não disse uma palavra. O que faz todo sentido. Afinal, a vida dessas pessoas só importam, repita-se, se forem negras, drogadas, comunistas ou gay. 

Por oportuno, lembrar que Obama definiu o então presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, como 'o cara'. Isso no auge do Mensalão. Certamente, o 'elogio' do presidente dos Estados Unidos ajudou a reeleger o petista. Que, impune, avançou na ousadia e criou o Petrolão, o maior escândalo de corrupção jamais visto na história. 

Mais tarde, Obama arrumou espaço num livro para dizer que não tinha maiores informações sobre os crimes do maior ladrão da República brasileira. Naturalmente, desconhece agora, também, que Biden se elegeu em meio à maior fraude eleitoral da paróquia...

A propósito, há indícios de que terroristas Antifas e Black Lives Matter, parceiros do Democrata de Obama, estavam infiltrados entre patriotas que protestavam contra a fraude nas eleições à Casa Branca.   

Mundo estranho...



A mulher que foi executada a tiro no prédio do Capitólio por um agente de segurança foi identificada como sendo Ashli ​​Babbitt, de 35 anos, uma veterana da Força Aérea da Califórnia, e tinha catorze anos no serviço. Ela era uma apoiadora do presidente norte-americano Donald Trump.

Ashli ​​Babbitt foi assassinada com um tiro no peito durante protestos dentro do edifício do Capitólio nesta quarta-feira (06/01) em Washington. Ela era casada e morava perto de San Diego, Califórnia. Em entrevista ao website Kusi News, o marido de Ashli confirmou que ela era uma patriota  apoiadora convicta de Donald Trump.

Vários vídeos circularam nas redes sociais na quarta-feira mostrando Babbitt sangrando no pescoço depois de ter sido baleada dentro do Capitólio. Paramédicos foram vistos tentando colocá-la em uma maca. O vídeo capturou o som do tiro e mostrou Ashli ​​Babbitt caindo no chão sob vários ângulos.

Pela natureza do ocorrido, ficou claro que Ashli ​​Babbitt foi executada pelo agente de segurança do Capitólio, que atirou em sua direção com a intenção de matar. O agente não foi identificado ou sua identidade não foi revelada até o momento. Além de Ashli ​​Babbitt, outras três pessoas também foram mortas durante o evento. Informações de Breitbart e New York Post.


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Com informações de Angelica CA, Crítica Nacional