Lorota de “frente partidária” revela
fragilidade de Baleia: as candidaturas
são avulsas e não se subordina a
conchavo de 'líderes' de araque,
como 'botafogo'
A dificuldade de Rodrigo 'botafogo' Maia para viabilizar Baleia Rossi na disputa pela presidência da Câmara, como provou a demora na escolha, é prenúncio dos obstáculos que o nome do MDB-SP enfrentará até 1º fevereiro, dia da eleição.
A lorota de “frente partidária” também revela sua fragilidade: candidaturas a presidente no Congresso são avulsas, não se subordinam a conchavo de líderes de 'araque', como o de Maia, ao melhor estilo “me engana que eu gosto”. Por isso não há “traição” de deputado que “desobedece” líder.
A característica de “eleição avulsa” explica a candidatura de Fábio Ramalho (MG) a presidente da Câmara. Ele é do MDB de Baleia Rossi.
Não por acaso, Arthur Lira (PP-AL) percorre o País, visitando “eleitores”, com deputados do DEM de Rodrigo Maia e do MDB de Baleia Rossi. Baleia é bom articulador, mas enfrenta resistência até dos deputados de São Paulo. Ainda há a velha “birra” antipaulista no comando da Câmara.
Também pesa contra Baleia o apoio da “bancada do atraso”, de correntes esquerdistas contrárias às reformas que o País tanto necessita.
Com informação da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder