sábado, 12 de julho de 2014

Sininho, da gangue Lula-Freixo, presa por participação em atos de vandalismo

Marcos Nunes e Sara Paixão - Extra

 

Polícia prende acusados de atos de vandalismo no Rio

 
Suspeitos de praticar vandalismo foram presos na manhã deste sábado no Rio
Suspeitos de praticar vandalismo foram presos na manhã deste sábado no Rio Foto: Eliária Andrade
 
 
A Polícia Civil deflagrou, neste sábado, uma operação para cumprir mandados de prisão temporária, expedidos pela 27ª Vara Criminal, contra acusados de promover atos de vandalismos durante manifestações realizadas no Rio de Janeiro.
Elisa de Quadros Pinto Sanzi, conhecida como Sininho, foi presa em Porto Alegre
Elisa de Quadros Pinto Sanzi, conhecida como Sininho, foi presa em Porto Alegre Foto: Simone Marinho

Ao menos 16 pessoas teriam sido presas. Entre elas, a ativista Elisa Quadros Pinto Sanzi, conhecida como Sinhinho, detida na manhã deste sábado em sua casa, em Porto Alegre. Os policiais que efetuaram a prisão viajaram na noite de sexta-feira para a capital do Rio Grande do Sul.

No Rio, um professor de História, ainda não identificado, foi detido na Urca, na Zona Sul. Na casa dele, a polícia encontrou uma máscara contra gás lacrimogêneo.

Durante a operação, os policiais apreenderam computadores, celulares e outros aparelhos de comunicação, além de material explosivo.

Os presos e o material foram levados para a Cidade da Polícia, no Jacaré, na Zona Norte da cidade. Equipes da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) reforçam o policiamento no local.


Perseguição política

Na Cidade da Polícia, amigos tentam descobrir mais informações sobre a prisão e acionam advogados - ao menos sete pessoas estão na porta do lugar.

Eles informaram que, numa das ações, cinco carros e até um helicóptero foram utilizados. Questionados, afirmaram que as prisões foram motivadas por perseguição política, com o objetivo de inibir a realização de manifestações programadas para domingo.

A operação acontece um dia antes da final da Copa do Mundo. Um vídeo circula na internet convocando manifestantes para um suposto protesto que aconteceria após o jogo final em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília.