Juliana Castro - O Globo
Governador do Rio iniciou campanha sem citar Dilma, ao lado de Cesar Maia
A estratégia é fazer atos em uma cidade em cada região do estado. Ao GLOBO, Pezão garantiu que não compareceria em nenhum dos eventos, apesar de já ter dito que seu palanque é de três candidatos à Presidência: Aécio, Dilma e o Pastor Everaldo (PSC). Picciani tratará de convencê-lo ao longo da campanha e aposta que, ao final, o governador vai ceder.
O primeiro ato será em Queimados na quinta-feira, às 17h, para falar aos eleitores da Baixada Fluminense. Aécio vai fazer percorrer a área de comércio, próximo à estação ferroviária. Próximo à Igreja Matriz, haverá um palco para os discursos. Para sustentar o apoio a Aécio, parlamentares e prefeitos da região vão encorpar o evento.
Na capital, Picciani planeja ainda levar Aécio ao Mercadão de Madureira, na Zona Norte do Rio, embora essa agenda possa acontecer em algum outro local com características semelhantes. Outro evento será um encontro com empresários.
Entre os pontos acertados entre Picciani e Aécio estão uma ida a uma cidade da Região Serrana, que deve ser Petrópolis, e uma visita ao sul fluminense. Neste caso, o tucano pode ir a mais de um município. As possibilidades são Volta Redonda, Barra Mansa e Resende. Na Região dos Lagos, Aécio deve ir a Cabo Frio e, no norte do estado, o presidenciável pode andar por Itaperuna e Campos.
Para Pezão, o planejamento dessa semana serão encontros à noite num hotel do Centro do Rio, de segunda a sexta, com representantes dos 17 partidos que apoiam a coligação do PMDB. No dia 19, será a vez de o governador fazer campanha em sua cidade natal, Piraí.
