sábado, 12 de julho de 2014

"Estagnação sem futuro"

O governo baixou nos últimos dias o que parece ser uma derradeira compilação de medidas de estímulo econômico, paliativos de curto prazo que se destinam a evitar acidentes maiores na rota de declínio cada vez mais pronunciado. Encerram-se assim quase quatro anos de agitação infrutífera, de ativismo que não deu rumo salutar à economia. Um pacote de remendos costurados em uma medida provisória resume a obra desta administração: uma crise latente disfarçada, de modo a evitar estremecimento maior até o ano que vem.  Mais desalentador, o crescimento definha enquanto outros indicadores apontam esgotamento da capacidade de o país avançar. As estimativas de aumento do PIB para este ano encolhem para 1%, no melhor dos casos. A inflação, por sua vez, flutua em torno de 6,5%, sinal tanto de excesso de gastos públicos e privados como de descrédito quanto à desaceleração dos preços. Leia mais http://migre.me/kpMOS