O julgamento do processo específico sobre as pedaladas fiscais no TCU (Tribunal de Contas da União) vai ficar para 2016. Trata-se de mais um caso em que o calendário de recessos de Brasília dá uma trégua a Dilma Rousseff –e, neste caso, a vários ministros e ex-autoridades que podem ser punidos pelas irregularidades.
O ministro Vital do Rêgo, que pediu vista do caso, embarcou para a Austrália em viagem oficial e só volta para participar da última sessão ordinária do ano, no dia 2 de dezembro –o que empurra a decisão para o próximo ano.
