O que aconteceu? Como foi possível? Quem é o culpado? ÉPOCA tenta responder às perguntas que mobilizam toda a nação
REDAÇÃO ÉPOCA
>>Trecho da edição especial de ÉPOCA
Desde a derrota para o Uruguai em pleno Maracanã em 1950 – ou, talvez, desde o fracasso diante da Itália, no estádio de Sarrià, na Espanha, em 1982 –, o Brasil não sofre um revés de tamanha magnitude em Copas do Mundo.
Nunca houve um vexame comparável ao que a seleção da Alemanha impôs ao Brasil, com agoleada de 7 a 1, na última terça-feira, no estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.
A perplexidade tomava conta da nação à medida que os alemães desferiam bolas certeiras, como uma metralhadora, dentro da nossa meta. O que acontecia? Como foi possível? Quem é o culpado?
Na edição desta semana, ÉPOCA tenta responder a essas questões, debatidas por todos os brasileiros ao longo da semana passada. O primeiro culpado, evidentemente, é aquele que chamou a responsabilidade para si: o técnico Luiz Felipe Scolari.
Depois de esmiuçar o papel de Felipão, debruçamo-nos sobre as diversas causas do nosso vexame. Discutimos como nosso futebol deixou de ser o melhor do mundo dentro do gramado.
Explicamos os fatores fora do campo que levaram a isso. Analisamos a imaturidade da atual geração de jogadores. Lamentamos as expectativas ilusórias criadas pela torcida. Destacamos, por fim, nossa incurável incapacidade de planejamento e a nefasta confusão entre futebol e política que ainda persiste entre nós.
