Assim começou o depoimento de Léo Pinheiro, mandarim da OAS, ao juiz Sérgio Moro: “…Eu cometi crimes e, para o bem da Justiça do nosso país, para o bem da nossa sociedade, eu estou aqui para falar a verdade e dizer tudo o que eu sei.” Contou que comprou proteção para sua empresa na CPI da Petrobras.
Os ex-senadores Vital do Rêgo (PMDB-PB) e Gim Argello (PTB-DF), presidente e vice-presidente da CPI, cobraram R$ 5 milhões contou Léo. Receberam R$ 2,85 milhões. O deputado Marco Maia (PT-RS) cobrou R$ 1 milhão para aliviar a barra da OAS em seu relatório. Sem descontos.
