Revista Crusoé revela depoimento bombástico de Marcelo Odebrecht sobre o ministro que comandou o Supremo Tribunal Federal

Dias Toffoli: o pior ministro da história do Supremo | Foto: FABIO RODRIGUES POZZEBOM/AGÊNCIA BRASIL
José Dias Toffoli, o ministro Dias Toffoli — como escolheu ser chamado desde que recebeu a toga do Supremo Tribunal Federal há 11 anos para substituir Carlos Alberto Menezes de Direito — sempre conviveu com a desconfiança.
No meio jurídico, a crítica é que seu currículo não o credencia à cadeira, especialmente no quesito “notável saber jurídico”.
No meio político, o laço inexorável com o PT, partido para o qual advogou, e o cargo de advogado-geral da União nos Lula, falam por si sós.
Eis que ao longo do biênio em que esteve na cadeira acumulou mais sombras — e mais desconfiança — sobre sua atuação como o chefe do Poder que guarda a Carta, como mostra a coletânea de alguns dos seus piores momentos feita pela Oeste.
Nesta semana, contudo, a revista Crusoé publica uma reportagem devastadora. Em depoimento à Procuradoria-Geral da República, Marcelo Odebrecht, que já esteve no trono de maior empreiteiro do Brasil, liga Toffoli à maior engrenagem criminosa já engendrada na República: o petrolão e suas infindáveis ramificações.
Um detalhe causa ainda mais espanto: em abril do ano passado, o Supremo censurou a Crusoé.
Na ocasião, a revista apontou que Toffoli era tratado como o “o amigo do amigo de meu pai”.
Não paira mais desconfiança sobre Dias Toffoli. Paira vergonha — entre outros adjetivos que o fariam censurar também este comentário.
Revista Oeste