Após 'comprar' a reeleição,
FHC se arrependeu. Depois que
ele, Lula e Dilma destruíram o país
Responsável pela chegada da organização criminosa do Lula ao poder, em 2003, depois de sabotar a candidatura do José Serra (2002), seu companheiro de PSDB, FHC não tem a grandeza de ex-chefes de Estado de nações sérias, que se afastam da vida pública, concluído o mandato. Optou por repetir cretinas lideranças do 'baixo mundo'.
Inescrupuloso e embriagado pelo poder, depois de comprar a reeleição, FHC embarca na mesma canoa de outros politicos latino-americanos que não aceitam a decisão do povo de eleger um adversário.
Escreveu hoje (06) no Estadão, parceiro na tentativa de golpe contra um presidente eleito com 57 milhões de votos, que "agora se tem a sensação (pelo menos, eu tenho) de que o presidente (Bolsonaro) não está bem acomodado na cadeira que ganhou. É difícil mesmo. De economia sabe pouco; fez o devido: transferiu as decisões para um 'posto Ipiranga'".
Em seguida, preocupado com a ampla possibilidade de reeleição de Bolsonaro em 2022, afirma que "cabe aqui um 'mea culpa'. Permiti, e por fim aceitei, o instituto da reeleição".
Com o cinismo inerente aos políticos inescrupulosos, o decrépito tucano tenta pela enésima vez desconversar sobre a aprovação da reeleição. "Fui acusado de 'haver comprado' votos favoráveis à tese da reeleição no Congresso".
Algum torcedor do Flamengo tem dúvida sobre a 'compra'?
FHC segue subestimando a inteligência dos brasileiros.
O indigitado tem na 'folha corrida' a entrega do Ministério da Justiça (1998-1999) ao notório Renan Calheiros - por indicação de... Jader Barbalho;
Presidente da República, permitiu que o covil do Lula aparelhasse a máquina pública, o que levou ao Mensalão e ao Petrolão, os dois maiores escândalos de corrupção da história;
No auge do Mensalão denunciado por Roberto Jefferson, FHC fez franca campanha contra o impeachment do predidente da República, desmontando a pressão nas ruas, no Congresso Nacional e na imprensa, que ainda não havia se prostituído (hoje a mídia tradicional chora a perda da 'bolsa imprensa');
Insatisfeito com a desmobilização a favor do impeachment, FHC foi mais além: conseguiu que Barack Obama afirmasse que 'Lula é o cara' (Ao encontrar o presidente brasileiro durante almoço que fez parte da reunião de líderes do G20, em Londres, na Inglaterra, Obama afirmou que Lula "é o cara" e que o presidente brasileiro é o "político mais popular do mundo";
Lula começava a se materializar como o mais depravado dos corruptos brasileiros. Condenado até agora a mais de 20 anos de xilindró;
(Como a organização criminosa do Lula 'indicou' 7 dos atuais ministros do STF, o celerado petista está em liberdade...);
FHC contestou a condenação e prisão de Lula e questionou o impeachment de Dilma 'trambique', sob o argumento de que a 'presidenta' "é uma mulher honrada";
Chefe da Casa Civil de Lula, Dilma 'trambique' produziu um dossiê contra a ex-primeira dama Ruth Cardoso. Pouco depois, não por coincidência, dona Ruth morreu. Lula foi ao enterro abraçar FHC...
Quando o ex-juiz Sergio Moro foi defenestrado do governo Bolsonaro, o tucano sugeriu que Bolsonaro 'renuncie antes de ser renunciado'. 'Poupe-nos de um processo de ... de ser renunciado", expeliu o ex-presidente da República.
Esse é um mínimo currículo de FHC.
Debocha do povo ao criticar um governo que está há 20 meses sem um único caso de corrupção. O que é um alento, depois do que ocorreu sob Sarney, Collor, Lula, Dilma e o próprio FHC.
Amoral, o tucano se juntou ao que há de pior no país para tentar derrubar o presidente da República.
Antes de fechar, vale a pena recordar. Vejam o que Reinaldo Azevedo, Veja e Folha de São Paulo publicaram sobre o dossiê produzido pela Casa Civil de Lula, à frente Dilma 'trambique' e Erenice Guerra:
Ruth Cardoso tinha 77 anos, filhos e netos quando foi insultada pelo dossiê criminoso forjado na Casa Civil por Dilma Rousseff
Encenado para disfarçar o nocaute sonoro sofrido por Dilma Rousseff no Itaquerão, o espetáculo da hipocrisia protagonizado pela seita lulopetista confirma o parecer do deputado paulista Duarte Nogueira: “Eles são incapazes capazes de tudo”. Messalinas de longo curso capricham na pose de virgem profissional para ensinar que não se faz uma coisa dessas com alguém que, mais que presidente, é mulher, mãe, avó e quase setentona. O comentarista Eduardo Henrique quer saber por que nenhum sócio do grande clube dos cafajestes lembrou que primeira-dama Ruth Cardoso tinha 77 anos, filhos e netos em 2008, quando foi vítima de um insulto absurdo e muito mais doloroso que o coro da multidão cansada de ser tratadea pelo governo como um bando de idiotas.
No livro Ruth Cardoso: Fragmentos de uma Vida, o escritor Ignácio de Loyola Brandão recorda na página 224 o crime tramado por duas parceiras para jogar lama na imagem de uma mulher digna. Confira:
“Ruth Cardoso tinha razão quanto a querer se distanciar da política como ela é feita no Brasil e em certos setores de Brasília. Ela, que sempre foi uma pessoa célebre pela integridade e pelo cuidado com a coisa pública, se viu ameaçada pela então chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com um escândalo em torno de um dossiê sobre os gastos corporativos da Presidência, em que alegava que Ruth havia despendido milhares de reais ou dólares em compras fúteis, inúteis e banais, em vinhos e comidas. Caiu mal no mundo político, no qual Ruth sempre foi respeitada até mesmo pelos adversários mais ferrenhos. O jornalista Augusto Nunes, que tem um blog dos mais visitados, não resistiu e comentou: “Dilma foi a primeira a agredir uma mulher gentil, suave, e também por isso tratada com respeito até por ferozes inimigos do marido”. Pegaram pesado e Ruth sentiu o baque, logo ela que sempre teve o cuidado de separar o privado do público, até mesmo no aluguel de filmes exibidos no palácio. O dossiê teria sido preparado pela secretária executiva da Casa Civil, Erenice Guerra. As reações contra o dossiê foram imediatas e a chefe da Casa Civil se desculpou, voltou atrás. Ruth, elegantemente, ainda que magoadíssima, aceitou as desculpas, porém o círculo íntimo sabe quanto isso a feriu e atingiu um coração já afetado.”
A frase citada por Loyola é um trecho do post publicado em 26 de novembro de 2009 com o título Ruth Cardoso vs Dilma: 400 a 0. Leia a íntegra do texto:
Ruth Cardoso foi a prova definitiva de que milagres civilizatórios ocorrem mesmo nos grotões do planeta. A discreta e talentosa paulista de Araraquara, que se casou muito jovem com o sociólogo carioca Fernando Henrique Cardoso, seria a única primeira-dama a desembarcar em Brasília com profissão definida, luz própria e opiniões a emitir ─ sempre com autonomia intelectual e, se necessário, elegante contundência. Durante oito anos, o brilho da mulher que sabia o que dizia somou-se à luminosidade da antropóloga respeitada em muitos idiomas para clarear o coração do poder.
No fim de 1994, por não imaginarem com quem logo lidariam, muitos jornalistas ouviram com ceticismo a justificativa apresentada pelo presidente eleito para a viagem à Rússia: “Vou como acompanhante da Ruth”. Ela participaria como palestrante de um congresso de antropologia promovido em Moscou, ele aproveitaria para descansar alguns dias. Nenhum repórter cuidou de conferir o desempenho da palestrante. Perderam todos a chance de descobrir que Ruth era muito mais que a mulher do n° 1.
A melhor e mais brilhante das primeiras-damas abdicou do título já no dia da posse do marido. “Isso é uma caricatura do original americano, esse cargo não existe”, resumiu numa entrevista. Se não existia, Ruth inventou-o. Sem pompas nem fitas, longe de fanfarras e rojões, montou o impressionante conjunto de ações enfeixadas no programa Comunidade Solidária. Em dezembro de 2002, os projetos em execução mobilizavam 135 mil alfabetizadores, 17 mil universitários e professores, 2.500 associações comunitárias, 300 universidades e 45 centros de voluntariado.
Acabou simbolicamente promovida a primeira-dama da República no dia da morte que pareceria prematura ainda que tivesse mais de 100 anos. A cerimônia do adeus comprovou que o Brasil se despedia, comovido, de alguém que o fizera parecer menos primitivo, mais respirável, menos boçal. E que merecia ter morrido sem conhecer a fábrica de dossiês cafajestes da Casa Civil chefiada por Dilma Rousseff.
Instruída para livrar o governo da enrascada em que se metera com a gastança dos cartões corporarativos, Dilma produziu um papelório abjeto que tentava reduzir Fernando Henrique e Ruth Cardoso a perdulários incuráveis, uma dupla decidida a desperdiçar o dinheiro da nação em vinhos caros e futilidades gastronômicas. Dilma foi a primeira a agredir uma mulher gentil, suave, e também por isso tratada com respeito até por ferozes inimigos do marido.
A fraude que virou candidata à presidência anda propondo que o país compare Fernando Henrique a Lula. “O Lula ganha de 400 a 0″, delira. Qualquer partido mais competente e menos poltrão teria topado há muito tempo esse confronto entre a seriedade e a bravata, entre o conhecimento e a ignorância, entre o moderno e o antigo, entre o real e o imaginário. Como o PSDB prefere capitular sem combate, poderia ao menos sugerir que se compare Dilma Rousseff a Ruth Cardoso. A Mãe do Pac talvez aprenda como é perder por um placar de 400 a zero.
Dilma Rousseff é isso aí.
Mais
Dossiê começou a ser montado logo depois do Carnaval
Reunião em 8 de fevereiro deu início à definição sobre como seriam organizadas informações dos gastos do governo FHC
Casa Civil não nega a existência dessa reunião, porém não explica como as ordens foram dadas nem como a equipe foi montada
LEONARDO SOUZA
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
São Paulo, domingo, 06 de abril de 2008
Os primeiros extratos do dossiê sobre gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que a Casa Civil chama de banco de dados, foram montados em dez dias.
Segundo a Folha apurou, a primeira reunião de trabalho para definir como o material seria organizado ocorreu logo após o Carnaval, na semana encerrada na sexta-feira, dia 8 de fevereiro.
Da reunião participaram a secretária-executiva da Casa Civil, Erenice Alves Guerra, o secretário de Administração, Norberto Temóteo Queiroz, o secretário de Controle Interno, José Aparecido Nunes Pires, a chefe-de-gabinete de Erenice, Maria de La Soledad Castrillo, que também responde pela Dilog (Diretoria de Logística), e o responsável pela Dirof (Diretoria de Orçamento e Finanças), Gilton Saback Maltez.
Na segunda-feira seguinte, 11 de fevereiro, segundo arquivo digital gerado dentro da Casa Civil, ao qual a Folha teve acesso, os trabalhos de desarquivar os documentos do arquivo morto e lançá-los nas planilhas paralelas começaram a ser feitos nas dependências da Dilog. Entre a sexta-feira daquela semana, dia 15, e a segunda-feira da semana seguinte, dia 18, as primeiras cópias em papel dos relatórios parciais do banco de dados paralelo começaram a ser feitas.
Na quarta-feira, dia 20, como depois relatou a Folha, a ministra Dilma Rousseff disse a empresários em um jantar promovido pelo Iedi (Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial) que o governo coletava dados sobre gastos da gestão Fernando Henrique Cardoso. "Não vamos apanhar quietos", disse ela.
Começo
A Casa Civil reconhece que a ordem para o início da preparação do banco de dados, baseado em um conjunto de planilhas paralelo ao Suprim (Sistema de Controle de Suprimento de Fundos), foi dada por Erenice. A própria Dilma admitiu, em entrevista na semana retrasada, que a direção do trabalho ficou a cargo de sua subordinada direta.
A Casa Civil não nega que tenha havido uma reunião de trabalho logo após o Carnaval. Também não nega que a coordenação dos trabalhos de desarquivar os documentos referentes ao período de 1998 a 2002 e lançá-los nas planilhas paralelas foi delegada a Soledad, chamada pelos colegas de Marisol. Mas nega que Erenice tenha participado dessa reunião e não explica como as ordens foram dadas nem como a equipe foi montada.
Desde a semana retrasada, quando foi divulgada pela Casa Civil nota negando que tivesse havido a reunião com a participação de Erenice, a reportagem encaminhou novas perguntas à Casa Civil sobre o processo de produção do banco de dados paralelo e a participação dos servidores envolvidos na tarefa.
"A Casa Civil, em nota já divulgada à imprensa, informou que está alimentando banco de dados com informações do suprimento de fundos do período de 1998 a 2002, uma vez que já possui, na referida base de dados, as informações de 2003 a 2008. A gestão da base de dados é da Secretaria de Administração e o trabalho envolve áreas de TI (Dirti [Diretoria de Tecnologia da Informação]), Orçamento e Finanças (Dirof) e Logística (Dilog); esclarecemos que o trabalho de organização da base de dados envolve as áreas de TI, Orçamento e Finanças e Logística. Desse modo a digitação das informações está sendo realizada nas dependências da Secretaria de Administração da Casa Civil, no prédio anexo", respondeu a assessoria da Casa Civil na sexta-feira da semana retrasada.
Várias outras perguntas ficaram sem respostas. Não foi comentada, por exemplo, a participação dos demais servidores [com a exceção de Erenice] citados nas perguntas feitas pela reportagem.
Nem por que os gastos de FHC e Ruth Cardoso foram agrupados e listados fora de ordem cronológica. Nem por que foram digitados acompanhados de comentários que extrapolam um mero trabalho burocrático.
Mais II
Erenice é Dilma 2 – O caso do dossiê sujo contra FHC e Ruth Cardoso
Texto de Reinaldo Azevedo (hoje um voraz combatente da Lava Jato, como o comparsa Gilmar Mendes. A Internet e ímpagável!)
Atualizado em 31 jul 2020, 14h16 - Publicado em 11 set 2010, 10h03
"No começo de 2008, a farra com os cartões corporativos fervia no noticiário. Fiel a seu espírito, caráter e moralidade, o que fez o governo Lula, por intermédio da casa Civil, de que Dilma era ministra? Mobilizou funcionários que trabalhavam para o Estado brasileirio e os colocou para fazer um dossiê contra FHC e, pasmem!, Ruth Cardoso - talvez a figura mais correta e avessa a mundanismos que pisou em Brasília. E quem comandou a armação? Erenice Guerra, aquele que não existe, aquela que é nada mais do que um dos braços operativos de Dilma."
E aí, Reinaldo remete ao texto acima, publicado na Folha por Leonardo Souza em 06 de abril de 2008.
Atualizado às 08h35 de 07/09/2020
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