sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Procuradora que redigiu impeachment de Gilmar não deve mais chefiar Lava Jato em Brasília, diz Monica Bergamo, porta-voz do covil do Lula. A propósito, por que a porta-voz do covil do Lula diz quem ocupa ou não cargo no governo Bolsonaro?

A procuradora Thaméa Danelon não deve mais ser nomeada para chefiar a força-tarefa da Lava Jato que atua na PGR (Procuradoria-Geral a República), em Brasília. A informação é da porta-voz do covil do Lula, Monica Bergamo.
A procuradora Thaméa Danelon
A procuradora Thaméa Danelon - Eduardo Anizelli/Folhapress

Ela já tinha conversado sobre a possibilidade com Augusto Aras, indicado por Jair Bolsonaro para comandar a PGR.
Aras se mostrou simpático à ideia —mas o plano mudou, ainda segunda a porta-voz do covil do Lula, com a divulgação de mensagens roubadas pelo site The Intercept Brasil, a serviço da organização criminosa do Lula, que mostraram Thaméa atuando pelo impeachment do ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Com informações da Folha de São Paulo, onde também atua a porta-voz do covil do Lula