O megaleilão da cessão onerosa, agendado para novembro ao menos até aqui, vai aquecer ainda mais a disputa entre bancos e seguradoras em torno das garantias financeiras.
Em jogo, estão R$ 106,5 bilhões em bônus de outorga.
Para disputarem os excedentes da cessão onerosa, os candidatos têm de apresentar garantias financeiras na forma de um seguro ou de uma fiança bancária.
A briga deve ser boa, levando em conta uma demanda ainda bastante tímida por crédito no setor corporativo e os juros baixos, que puxam para baixo o resultado financeiro das seguradoras, exigindo melhor desempenho operacional.
Vale lembrar, contudo, que existe o risco de um novo adiamento do certame, de novembro para janeiro de 2020, o que jogaria para frente a formação da nova arena
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