quarta-feira, 4 de setembro de 2019

CCJ do Senado vota reforma da Previdência

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado analisa nesta quarta-feira, 4, a proposta de reforma da Previdência, cuja principal medida é a fixação de uma idade mínima de aposentadoria no País. Esse é o primeiro teste do texto da reforma no Senado. Depois, a proposta precisará ter o aval de ao menos 49 dos 81 senadores no plenário da Casa, em dois turnos de votação.

O texto aprovado pela Câmara garantia uma economia de R$ 933,5 bilhões em dez anos, segundo o Ministério da Economia. Mas o relator, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), fez mudanças que reduziram o impacto da reforma para os cofres públicos para R$ 870 bilhões.

A principal alteração é a revinculação de todas as pensões por morte ao valor do salário mínimo (hoje em R$ 998).

Na primeira versão do parecer ele já havia excluído o artigo que definia, na Constituição, o critério de renda para fazer jus ao Benefício de Prestação Continuada (BPC) e o endurecimento da regra de transição para quem trabalha com agentes nocivos à saúde, como mineradores. 

Acompanhe aqui a sessão da CCJ.

ACOMPANHE AO VIVO

  • 12h11
    04/09/2019
    Com o fim do pronunciamento do senador Paulo Paim (PT-RS), último a realizar a leitura individual sobre a PEC da Previdência, a presidente da CCJ, Simone Tebet (MDB-MS), colocou o texto em discussão. O primeiro a falar é o senador Jorge Kajuru (Patriota-GO).
  • 11h34
    04/09/2019
    Voto complementar do relator da proposta da reforma da Previdência, Tasso Jereissati (PSDB-CE), prevê o acúmulo de pensões caso dependente do beneficiário tenha deficiência.

    Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
    Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
  • 11h19
    04/09/2019
    Programação do dia 

    Às 12h, os debates do relatório apresentado pelo senador Tasso Jereissati (PSDB-CE)começam. 

    Antes da votação, o relator pode ainda acatar novas sugestões de alterações. Quando as discussões terminarem e o relator finalizar o texto, o parecer é levado à votação.

    Para aprovação, basta a maioria da comissão, formada por 27 senadores.

    Depois de aprovado, o texto segue para análise do plenário, onde precisa do apoio de 49 senadores dos 81 parlamentares, em dois turnos.

    Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado 
    Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado
  • 11h09
    04/09/2019
    Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, o senador Paulo Paim (PT-RS) é o último parlamentar a realizar leitura individual sobre as PECs da Previdência Paralela, que, entre outras mudanças, inclui Estados e municípios. 

    A presidente da Comissão, Simone Tebet (MDB-MS), liberou os senadores que quiserem acompanhar outras sessões ou serviços de gabinete, já que Paim terá 60 minutos (uma hora) de fala. 

    "Voltaremos aos debates às 12h", afirmou Tebet. 
  • 10h55
    04/09/2019
    Após a leitura do parecer da reforma da Previdência, de autoria de Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator do tema no Senado, os parlamentares presentes na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa leem seus posicionamentos quanto às PECs daPrevidência e Paralela, que, entre outras mudanças, inclui Estados e municípios. 

    PDT já afirmou que se coloca de forma contrária à proposta. 
  • 10h42
    04/09/2019
    O presidente da Confederação das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, evidenciou a importância da reforma da Previdência para que o Brasil retome uma trajetória de desenvolvimento sustentável enquanto o tema começa a ser analisado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado.

    “A reforma da Previdência é a mais urgente para o Brasil tomar o rumo de desenvolvimento sustentável. A pauta seguinte é a tributária”, destacou ele, durante abertura da Conseguro, evento do setor de seguros que acontece em Brasília, entre hoje e amanhã. 
  • 10h36
    04/09/2019
    A economia esperada com a reforma da Previdência voltou a cair após novas mudanças acolhidas pelo relator da proposta no Senado, Tasso Jereissati (PSDB-CE).

    A principal delas é a revinculação de todas as pensões por morte ao valor do salário mínimo (hoje em R$ 998). Com isso, a reforma deve ter impacto de R$ 870 bilhões para os cofres da União em uma década, segundo cálculos da Instituição Fiscal Independente (IFI) do Senado. (Idiana Tomazelli e Amanda Pupo)  



  • 10h25
    04/09/2019

    A presidente do colegiado, Simone Tebet, voltou a afirmar que serão votados hoje tanto o texto principal da reforma como a proposta da chamada PEC Paralela - que, além de trazer algumas mudanças das regras que vieram da Câmara, será usada para tentar incluir Estados e municípios.

  • 10h12
    04/09/2019
    O presidente Jair Bolsonaro comparou a reforma da Previdência a um tratamento de quimioterapia, usado para destruir as células doentes que formam um tumor.

    Ele afirmou que a proposta, em tramitação no Senado, é "realmente salgada".

    "Gostaria de não ser obrigado a fazer isso daí", afirmou na saída do Palácio da Alvorada, pela manhã. (Julia Lindner) 
  • 10h01
    04/09/2019
    O senador Tasso Jereissati (PSDB-CE), relator da proposta de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) no Senado, afirmou que o impacto total da PEC, com aprovação da PEC Paralela, é de R$ 1,3 trilhão

    "São R$ 962 bilhões para a União, com impacto potencial de R$ 350 bilhões para Estados e municípios", explicou. 
  • 09h48
    04/09/2019
    Voto do relator esclarece que ex-parlamentares também terão regras mais duras para aposentadoria de político.
  • 09h46
    04/09/2019
    O parecer do relator retira do texto a cobrança de alíquota sobre benefício de anistiados (impacto abaixo de R$ 1 bilhão).
  • 09h41
    04/09/2019
    Segundo relator, o impacto na mudança nas pensões é de R$ 10 bilhões em dez anos - nova regra veta pensão abaixo do salário mínimo em qualquer caso.
  • 09h34
    04/09/2019
    O senador acolheu em seu parecer emenda que especifica que informais terão direito a sistema especial de inclusão previdenciária.
  • 09h33
    04/09/2019
    "Os jovens que fazem entregas de bicicleta precisam ter acesso a benefícios previdenciários", disse Tasso.

O Estado de São Paulo