
Aprovação do relatório de Moreira, sob presidência de Ramos, refletiu a decadência do presidencialismo de coalizão e a derrota da esquerda e da fisiologia. Foto: Gabriela Biló/Estadão
A vitória espetacular de capote – 26 a 13 – na Comissão Especial da Reforma da Previdência do relatório do deputado Samuel Moreira (PSDB-SP) ainda não é definitiva, mas serve como bom estímulo para continuar a luta na decisão definitiva no plenário.
Isso deveu-se, como definiu o colunista Celso Ming no Estadão, ao xeque mate do tal presidencialismo de coalizão, que começou na nova composição da Câmara e na vitória de Bolsonaro nas eleições de outubro passado.
Para isso tem dado contribuição decisiva a argumentação lógica e plana do ministro da Economia, Paulo Guedes.
Este momento serviu para afastar do caminho alegações destrambelhadas de lobbies dos privilegiados e a insignificância da esquerda com seu discurso fantasioso e faccioso que não mobiliza mais como no passado. Viva e avante!
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José Nêumanne, O Estado de São Paulo