Gilson Finkelsztain, presidente
da bolsa, disse em evento que
o interesse de estrangeiros pelo
mercado de capitais brasileiro
está aumentando novamente
Não faz tanto tempo assim que a bolsa
de valores do Brasil, a B3, bateu seu
tão sonhado 1 milhão de investidores
pessoas físicas.
de valores do Brasil, a B3, bateu seu
tão sonhado 1 milhão de investidores
pessoas físicas.
Perto da ambiciosa meta de 5 milhões,
imaginada pela própria bolsa anos atrás,
quando a economia nacional estava
em pleno vapor, ainda é pouco. Mas, na
opinião de Gilson Finkelsztain, presidente
imaginada pela própria bolsa anos atrás,
quando a economia nacional estava
em pleno vapor, ainda é pouco. Mas, na
opinião de Gilson Finkelsztain, presidente
da B3, o Brasil finalmente está de volta
aos trilhos.
aos trilhos.
“Com o 1 milhão de
pessoas físicas finalmente
comemoramos
que estamos saindo da lama.
O carro ‘Brasil’ estava atolado,mas já estamos de volta à
estrada e vemos pavimento
à frente”, disse Finkelsztain em
evento nesta sexta-feira
da XP Investimentos,
em São Paulo.
Mesmo assim, ele admite que o número
(de 1 milhão de investidores
(de 1 milhão de investidores
individuais) ainda é muito baixo e que
“precisamos dobrar rápido”,
“precisamos dobrar rápido”,
com a ajuda das corretoras e também
incentivando novas emissões
incentivando novas emissões
de papéis.
Estrangeiros de olho
Em suas conversas com investidores
internacionais – segundo ele,
internacionais – segundo ele,
mais de 80% das ações da própria B3
estão na mão de
estão na mão de
estrangeiros, em especial americanos,
Gilson Finkelsztain conta
Gilson Finkelsztain conta
que já vê a retomada do interesse em
Brasil.
Brasil.
“Nas últimas viagens ficou muito claro para
mim que o interesse
mim que o interesse
desses gestores para o Brasil está crescendo
muito. Não
muito. Não
trouxeram ainda o dinheiro porque cansaram
de escutar
de escutar
promessas não atendidas no passado. Mas,
com a nova agenda
com a nova agenda
para o país, já começam a olhar novamente”,
disse.
disse.
Ele explica que, nos últimos anos, os gestores
mais focados em
mais focados em
investir em países emergentes tiraram o
dinheiro do Brasil e se
dinheiro do Brasil e se
concentraram na China, um país que não
apenas crescia, mas
apenas crescia, mas
cumpria suas promessas de investimentos.
Já os que olham globalmente, que não
observavam o Brasil desde
observavam o Brasil desde
2012, eles estão voltando com mais fôlego
a colocar o país no
a colocar o país no
radar de investimentos.
“Se entregarmos as reformas e o setor
público der espaço para o
público der espaço para o
setor privado, teremos possivelmente o
início de um novo ciclo de
início de um novo ciclo de
crescimento que pode durar mais cinco
anos. Eles estão com
anos. Eles estão com
vontade de colocar dinheiro aqui e a medida
que avançamos nas
que avançamos nas
reformas e entregando as promessas
econômicas, eles vão voltar”,
econômicas, eles vão voltar”,
comenta.
E, para este tipo de
investidor, diz
Finkelsztain, não importa
muito se o
Ibovespa está em “90 mil,
100 mil ou
200 mil pontos”, pois eles
não tentam
acertar o melhor momento
de entrada,
mas chegam para ficar mais
de sete
anos, um horizonte longo.
”Espero que em breve possamos comemorar
1,5 milhão de
1,5 milhão de
investidores”, finaliza. Vamos acompanhar no
Valor Investe.
Valor Investe.
Naiara Bertão, Valor Investe