Pedro Guimarães, presidente da Caixa Econômica
(Davilym Dourado/valor/Folhapress)
(Davilym Dourado/valor/Folhapress)
Ao contrário do que disse a deputada federal Erika Kokay (PT-DF), nunca houve quaisquer interações com os órgãos supervisores ou fiscalizadores que pudessem suscitar eventual risco à atuação da Caixa, enquanto gestora de fundos de investimento.
Os registros da Caixa e de seus dirigentes para o exercício da atividade de administradores de carteiras de valores mobiliários junto a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) estão todos regulares, afirmou o presidente Pedro Guimarães.
"Quem realmente acompanha as atividades da Caixa sabe que, por meio de sua Asset, o banco é destaque recorrente na imprensa especializada pela qualidade de sua atuação na gestão de recursos de terceiros", acrescentou.
Cleyton Carregari, a quem a companheira do presidiário Luiz Inácio Lula da Silva chama de personal trainer do presidente da Caixa, é pós-graduado em Administração e Marketing Esportivo. E é consultor da presidência do banco, atuando na implementação da nova política de patrocínio esportivo, com destaque no esporte paralímpico.
Para conhecimento da petista Erika Kokay, Pedro Guimarães é o primeiro presidente da Caixa a visitar os 27 estados, conversar com os empregados do banco, conhecer as agencias e os clientes.
São 41 finais de semana pelo projeto 'CAIXA Mais Brasília' para garantir que as necessidades regionais sejam consideradas e atendidas na formulação das estratégias do banco. Já foram visitadas mais de 100 cidades.
O presidente Pedro Guimarães está chamando os aprovados no concurso de 2014. E, importante, está priorizando pessoas com deficiência. A decisão foi tomada imediatamente após tomar conhecimento de que o banco não cumpre a regra mínima de empregados PcD.
Banco da Inclusão:
- Só em 2019 serão chamadas 2 mil pessoas com deficiência, que fortalecerão o atendimento nas agências;
- Criação dos centros de inclusão CAIXA, com a promoção de atividades culturais, esportivas e educacionais para pessoas com deficiência. Familiares também serão contemplados;
- Redução de taxa do financiamento habitacional para dar mais acesso ao crédito e melhorar as condições de renegociação, evitando que as pessoas percam as suas casas;
- Resgate da cidadania financeira de 2,6 milhões de pessoas e 300 mil empresas, com o lançamento de uma campanha nacional de renegociação de dividas.
