Zwi Skornicki, cujo acordo de delação premiada depende apenas de homologação, entregou à força-tarefa registros de reuniões e encontros com João Vaccari para tratar do repasse de US$ 4,5 milhões em propina para a campanha de reeleição de Dilma.
O dinheiro saiu de contratos da Petrobras com o estaleiro Keppel Fels no Brasil e não de contratos em Angola como disse Mônica Moura, no depoimento que prestou logo após ser presa.
De acordo com O Globo, Skornicki contou que os pagamentos foram feitos entre setembro de 2013 e novembro de 2014.