sábado, 9 de agosto de 2014

O DNA da corrupção está em Lula, Dilma, Dirceu, Palocci...

Atualizado às 21h41


Num determinado momento, corria entre os chamados liberais a convicção de que os métodos corruptos do PT se justificavam. O pretexto era que Lula, Dirceu, Dilma, Palocci e cia. assaltavam os cofres públicos e transferiam o 'produto' aos pobres.

Tanto que foi a oposição, logo quando explodiu o escândalo do mensalão, que impediu que tomasse as ruas o sentimento de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Houve quem lembrasse que num espaço pequeno de tempo dois presidentes seriam expelidos do poder. Collor havia sido defenestrado pouco antes. Não ia pegar bem para a imagem do Brasil.

Não custa lembrar que Lula, logo após a declaração de Duda Mendonça de que recebera no exterior parte do pagamento da campanha eleitoral, estava desesperado, pensando em renunciar ou desistir da reeleição.

A oposição ajudou Lula a permanecer no Palácio do Planalto e a se reeleger...

O tempo se encarregou de revelar que Lula era apenas um reles corrupto. Os escândalos foram tomando dimensões amazônicas. O próprio Lula chegou a dizer em Paris, na célebre entrevista, que a corrupção era normal no Brasil, e que ele nada fazia além do que era praticado por outros políticos.

O ministro da Fazenda de Lula, Antonio Palocci, flagrado com a mão na massa, ainda manteve-se na cadeira por algum tempo com a ajuda da 'oposição'. Todas as vezes que Palocci foi ao Congresso explicar-se, a 'oposição' manteve uma postura de aliada do ministro muito mais do que o PT e demais integrantes da 'base'.

Palocci acabou no chão. Retornou ao poder no início do governo Dilma. Continuou cometendo 'deslizes' e teve que deixar a Casa Civil.

Paralelamente à roubalheira que continuou sem freios, o governo do PT começou a externar sinais de intolerância. A tentativa de controlar a mídia já apontava para a ojeriza lulista à democracia. Dessa vez a 'oposição' impediu o avanço e cortou as garras do autoritarismo.

Quer dizer, roubar, tudo bem! 'Fechar' o regime, não. A 'oposição' sabia que sobraria para ela.

Enquanto isso, a roubalheira corria sem limite. Lula saiu, mas deixou a 'companheira' Dilma no comando.

As estatais foram aparelhadas com o intuito único de serem assaltadas com 'segurança'. Mas, a incompetência do lulismo corria paralela com a corrupção. A Petrobras, a Eletrobras, os Correios, o BNDES, os fundos de estatais foram usados de forma medonha. Não para beneficiar os pobres, como 'imaginava' a oposição... A gangue Lula-Dilma sempre quis apenas se locupletar.

Diante da fragilidade da oposição, os governos Lula e Dilma passaram a transferir recursos para ditadores corruptos da África e de Cuba. E para os 'parceiros' da América do Sul. Sem sequer dar satisfação ao Congresso Nacional.

Agora, diante da inoperância da oposição, que apenas faz protestos protocolares, o governo Dilma passou a traçar o perfil de jornalistas que acredita serem 'adversários'.

A possibilidade real de reeleição de Dilma leva à certeza de que os brasileiros são tolerantes com a corrupção. Certos dessa verdade, Lula e Dilma não fazem o menor esforço para camuflar a roubalheira.

Mesmo porque, o DNA da corrupção está em Lula, Dilma, Dirceu, Palocci...