Empresa de Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo, apoiou o movimento após a morte de George Floyd
Homem mais rico do mundo, com fortuna avaliada em 172 bilhões de dólares, Jeff Bezos viu sua empresa, a Amazon, apoiar o movimento terrorista “Black Lives Matter” desde que ele ganhou força com a morte de George Floyd. Meses depois, o gigante de tecnologia comandado pelo bilionário recebe a “recompensa” por parte de manifestantes que desde maio tomam as ruas dos Estados Unidos com atos de vandalismo.
Nesta semana, uma unidade da Amazon Go em Seattle, no Estado norte-americano de Washington, não escapou da ira de quem diz se importar com as vidas negras, mas ignora o bom convívio em sociedade. Durante protesto noturno, um grupo de manifestantes destruiu a fachada da loja. Vídeo divulgado pelas redes sociais mostra que os vândalos só pararam com a chegada da polícia. De acordo com o site Komo News, todas as janelas do local foram quebradas.
Gratidão?
Assim, com janelas de loja destruídas, a Amazon recebe a retribuição por parte de integrantes do movimento “Black Lives Matter“. Em meio à repercussão dos protestos, a companhia aderiu ao ativismo de marca e divulgou apoio à causa, que ganhou notoriedade por se voltar contra estátuas de figuras históricas.
“O tratamento desigual e brutal de pessoas negras no nosso país deve acabar”
Na ocasião, a empresa falou que “o tratamento desigual e brutal de pessoas negras no nosso país deve acabar”. Para integrantes do “Black Lives Matter”, contudo, o que deve acabar mesmo são as lojas da Amazon.
“Juntos nos solidarizamos com a comunidade negra – nossos funcionários, consumidores e parceiros – na luta contra o racismo sistêmico e injustiça”, complementou a Amazon, em mensagem disseminada em junho. Tal luta parece agora se voltar contra a companhia.
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Anderson Scardoelli, Revista Oeste
