O presidente voltou a defender a adoção precoce da cloroquina e disse que a desinformação mata mais que o vírus

O presidente Jair Bolsonaro venceu o coronavírus com ajuda da cloroquina | Foto: MATEUS BONOMI/AGÊNCIA ESTADO
O presidente Jair Bolsonaro se defendeu, neste domingo, 9, das críticas relacionadas à forma como o Governo Federal vem atuando no combate ao coronavírus. Além disso, ele criticou, sem citar nomes, a cobertura jornalística da TV Globo sobre a pandemia. “De forma covarde e desrespeitosa aos 100 mil brasileiros mortos, essa TV festejou essa data no dia de ontem, como uma verdadeira final da Copa do Mundo, culpando o Presidente da República por todos os óbitos”, declarou Bolsonaro por meio do twitter.
Após o Brasil atingir 100 mil mortes, adversários passaram a atacar o presidente. Entre os quais, a própria Globo, os ex-ministros Sergio Moro (Justiça) e Luís Henrique Mandetta (Saúde), e outros veículos de imprensa como o jornal Folha de S. Paulo.
TV (Pânico) Globo
Bolsonaro voltou a defender o tratamento precoce da Covid-19 com cloroquina e declarou, sem citar o canal da família Marinho, que uma grande rede de TV só espalhou o pânico na população. “Essa mesma rede de TV desdenhou, debochou e desestimulou o uso da Hidroxicloroquina que, mesmo não tendo ainda comprovação científica, salvou a minha vida e, como relatos, a de milhares de brasileiros”, disse Bolsonaro. “A desinformação mata mais até que o próprio vírus. O tempo e a ciência nos mostrarão que o uso político da Covid por essa TV trouxe-nos mortes que poderiam ter sido evitadas”, complementou o presidente.
O presidente ainda ressaltou que não faltaram recursos para combater a pandemia no Brasil. “Quanto à pandemia, não faltaram recursos, equipamentos e medicamentos para estados e municípios. Não se tem notícias, ou seriam raras, de filas em hospitais por falta de leitos UTIs ou respiradores”, disse ele.
“Muitos gestores e profissionais de saúde fizeram de tudo pelas vidas do próximo, diferentemente daquela grande rede de TV que só espalhou o pânico na população e a discórdia entre os Poderes”, destacou.
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