quarta-feira, 12 de agosto de 2020

A imprensa que se apequenou

 Bruno Garschagen analisa o trabalho da imprensa em artigo publicado na Revista Oeste

imprensa - bruno garschagen

Imprensa era para ser importante, mas se apequenou, define colunista | Foto: CANVA

Um meio que “exibe soberba similar” a do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). É assim que Bruno Garschagen define, de modo geral, a imprensa brasileira. A análise consta no artigo assinado pelo cientista político e publicado na atual edição da Revista Oeste.

“Contra um presidente nostálgico do regime militar e de postura similar à de Floriano Peixoto, o déspota militar que foi o segundo presidente republicano, os jornalistas endossam as posições arbitrárias do STF, do Legislativo e dos adversários do governo sob a justificativa de combater o autoritarismo de Bolsonaro e de seus apoiadores. Não se trata, portanto, da luta do bem contra o mal”, afirma Garschagen.

Além de analisar o trabalho jornalístico, ele aborda o STF e a liberdade de expressão.

O STF, a imprensa e a liberdade de expressão:

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