segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

Venezuelana filma reação de avô à prisão de Maduro e vídeo viraliza

 Publicação no Instagram ultrapassou 10 milhões de visualizações


Avô da influenciadora venezuelana Sabrina Azocar se emociona com notícia da prisão de Maduro | Foto: Instagram/Reprodução


Um vídeo publicado pela influenciadora venezuelana Sabrina Azocar viralizou nas redes sociais ao mostrar a reação de seu avô, de 96 anos, ao ser informado sobre a prisão do ditador Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos. A gravação, publicada no Instagram neste sábado, 3, atingiu 11 milhões de visualizações.

O conteúdo registra o momento em que Sabrina conversa com o avô, em seu quarto, enquanto relata a notícia da captura do ditador. Ela fala de forma exaltada, enquanto o idoso reage com surpresa e emoção. 

No começo da gravação, Sabrina anuncia a notícia: “Vovô, levaram o Maduro, levaram o Maduro”. Em seguida, ela associa a prisão ao presidente dos EUA, Donald Trump. “Trump levou o Maduro.” 

Logo depois, a jovem informa que a captura ocorreu durante a madrugada. “Hoje à noite, às 2 da manhã, pegaram ele no Forte Tiuna”, a mais importante base militar venezuelana. Na sequência, acrescenta que a ação envolveu ataques ao local. “Bombardearam ele e a Cilia”, diz, em referência à mulher de Maduro, Cilia Flores.

Ainda durante o vídeo, Sabrina manifesta o desejo de se deslocar até o local. “Vamos para lá, vamos”, afirma. Em tom de incentivo, ela tenta fazer o avô se levantar. “Vamos, levanta, vamos embora”, diz, com entusiasmo. 

O vídeo também exibe uma frase sobre as imagens: “A melhor notícia que ele recebeu em seus 96 anos”, acompanhada de emojis de coração nas cores azul, amarelo e vermelho, as mesmas da bandeira da Venezuela. A publicação veio acompanhada da legenda: “Minha avó está muito feliz no céu, celebrando que somos livres”.


Maduro foi preso neste sábado 


A prisão de Maduro ocorreu na madrugada deste sábado, 3, durante uma ação militar de grande escala liderada pelos EUA. A operação resultou na captura do ditador venezuelano na capital do país, Caracas, e em sua transferência para custódia norte-americana. 

Depois da detenção, Maduro foi levado para um porta-aviões dos EUA e, posteriormente, transferido para Nova York. Ele permanece detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, onde aguarda julgamento. Uma audiência foi marcada para esta segunda-feira, 5.



Nicolás Maduro chega a Nova York — 3/01/2026 | Foto: Reprodução/Redes sociai

Maduro enfrenta acusações federais relacionadas a narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção. Essas acusações têm origem em investigações abertas pelo Departamento de Justiça norte-americano desde 2020. 

Trump anunciou a captura como parte de uma estratégia de “pressão máxima” contra o regime venezuelano. Autoridades norteamericanas afirmaram que Maduro representava uma ameaça à segurança nacional dos EUA em razão de seu suposto envolvimento com o tráfico de drogas.


Mateus Conte - Rervista Oeste

Mas e a soberania da Alemanha nazista? - Anderson Scardoelli

 No Instagram, Caio Caúla viralizou com indagação a respeito de como a comunidade internacional deveria tratar o regime de Adolf Hitler


Adolf Hitler não chegou ao julgamento: a exemplo dos seus dois principais assessores, Himmler e Goebbels, o líder nazista cometeu suicídio para não ser capturado pelas forças aliadas - Foto: Reprodução/Redes sociais 


Uma postagem do trader e influenciador digital Caio Caiúla viralizou neste domingo, 4. Diante da ação dos Estados Unidos, que capturou o ditador Nicolás Maduro em Caracas, capital da Venezuela, o influencer indaga, em tom irônico, se a comunidade internacional falhou na 2ª Guerra Mundial, quando se derrubou o nazismo. 

“Temos que capturar Hitler”, exibe a publicação de Caiúla. A frase é acompanhada da foto em que, da esquerda para a direita, aparecem os três líderes dos Aliados: o primeiro-ministro do Reino Unido, Winston Churchill; o presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt; e o chefe da União Soviética, Josef Stalin.

Ao comparar o que ocorreu agora com Maduro com o desfecho da 2ª Guerra em 1945, com a derrota do nazismo e o suicídio de Adolf Hilter, o trader mostra que os Aliados teriam problemas hoje em dia. 

Afinal, de acordo com ele, muitos lançariam a mesma pergunta: “Mas e a soberania da Alemanha?”. “Sociedade ficou mais burra”, avalia Caiúla, na legenda da postagem referente à “soberania” dos nazistas. 

“Tiranos devem ser capturados em qualquer ponto do planeta em que se encontram.” 

Conforme a Organização das Nações Unidas, a 2ª Guerra Mundial foi um dos períodos mais letais da humanidade. Durante os conflitos, de 1939 a 1945, ao menos 40 milhões de civis e 20 milhões de soldados morreram. 

A provocação feita por Caiúla viralizou. Somente no perfil dele no Instagram, a postagem, que está no ar desde a manhã deste domingo, soma 1,4 milhão de visualizações. 

Há, além disso, mais de 50 mil curtidas e aproximadamente mil comentários. 


Números da soberania da ditadura bolivariana 

Àqueles que falam em defesa da soberania da Venezuela para criticar a operação norte-americana deflagrada neste fim de semana, o economista argentino Roberto García Moritán, atual secretário de Desenvolvimento Econômico da Cidade Autônoma de Buenos Aires, listou números que resumem os quase 13 anos em que a ditadura bolivariana de Maduro governou a Venezuela. São, por exemplo, mais de 30 mil adversários políticos torturados e 8 milhões de exilados. Entre quem não fugiu do país, 90% lidam com a pobreza. 


Àqueles que falam em defesa da soberania da Venezuela para criticar a operação norte-americana deflagrada neste fim de semana, o economista argentino Roberto García Moritán, atual secretário de Desenvolvimento Econômico da Cidade Autônoma de Buenos Aires, listou números que resumem os quase 13 anos em que a ditadura bolivariana de Maduro governou a Venezuela. São, por exemplo, mais de 30 mil adversários políticos torturados e 8 milhões de exilados. Entre quem não fugiu do país, 90% lidam com a pobreza. 


Anferson Scardoelli - Revista Oeste

Multidões comemoram a queda de Maduro ao redor do mundo

 Venezuelanos no exterior ocuparam ruas e praças em vários países para celebrar a captura do ditador


 

Fim da era Maduro levou multidão às ruas de Santiago, capital do Chile | Foto: Reprodução/X/@USAmbCL



A captura de Nicolás Maduro pelos Estados Unidos provocou comemorações de venezuelanos no exterior, neste fim de semana. Exilados do país até então governado pelo ditador se reuniram em ruas e praças de diferentes países para celebrar o fim do regime que levou milhões a buscar uma vida melhor.

As manifestações ocorreram em capitais da América Latina, nos Estados Unidos e também na Europa. O tom predominante foi de alívio, expectativa de retorno e atenção ao futuro político da Venezuela. Desde 2014, cerca de 7,7 milhões de venezuelanos deixaram o país, segundo dados da Organização das Nações Unidas. O fluxo migratório se intensificou com a crise econômica e institucional sob o chavismo. 


Chile contra Maduro 


Em Santiago, capital chilena, venezuelanos ocuparam áreas centrais da cidade para comemorar a queda do ditador. O Chile abriga uma das maiores comunidades venezuelanas da região.

A mobilização reuniu pessoas que vivem no país há anos e acompanharam à distância o colapso político da Venezuela. 

Em Trujillo, no Peru, grupos de migrantes se concentraram em espaços públicos para marcar a deposição de Maduro. Muitos usavam bandeiras venezuelanas e exibiam cartazes.


En #Trujillo, #Perú, un grupo de ciudadanos venezolanos también celebra la caída del régimen de #NicolásMaduro. "¡Somos libres, bendecidos con esta intervención [de EE.UU.]!", dicen. Fotos y video: Johnny Aurazo


 O Peru é um dos principais destinos da diáspora. O país recebeu cerca de 1,7 milhão de venezuelanos nos últimos anos, segundo levantamento da agência de notícias Reuters.


Equador é mais um destino dos exilados 

Em Quito, capital equatoriana, manifestações reuniram venezuelanos que vivem fora do país desde o agravamento da crise socioeconômica da ditadura bolivariana. O discurso predominante destacou a esperança de reconstrução nacional.

O Equador tem sido rota de passagem e destino de milhares de migrantes venezuelanos desde 2017. 

Estados Unidos, o destino de Maduro 

Nos Estados Unidos, venezuelanos acompanharam com atenção a chegada de Maduro sob custódia, em Nova York. Houve celebrações em cidades com forte presença da comunidade migrante.

Durante anos, o país funcionou como refúgio para venezuelanos que fugiam da repressão política e da escassez econômica. 


Espanha e a ação contra o ditador 

Em Madri, milhares de pessoas se reuniram na Puerta del Sol. Na capital da Espanha, o grupo de manifestantes acompanhou anúncios oficiais do governo norte-americano sobre a operação que resultou na captura do ditador. 

A Espanha concentra uma das maiores comunidades venezuelanas fora da América Latina. 


Argentina no caminho certo 

Na Argentina, venezuelanos celebraram no centro de Buenos Aires ao longo da noite. O país recebeu milhares de migrantes nos últimos anos. 

As manifestações destacaram o sentimento de pertencimento à Venezuela, mesmo entre aqueles que reconstruíram a vida no exterior. 


O Brasil que não concorda com Lula 

Em cidades brasileiras, como São Paulo e Brasília, venezuelanos realizaram atos públicos para marcar a queda de Maduro. As concentrações ocorreram em pontos centrais e reuniram migrantes que vivem no país desde o agravamento da crise no país vizinho. Apesar de críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à captura de Maduro, brasileiros entraram na comemoração pela deposição do líder bolivariano. 


O Brasil abriga uma das maiores comunidades venezuelanas da região, com presença significativa em capitais e cidades da Região Norte, especialmente em áreas próximas à fronteira. Nos últimos nove anos, o país recebeu aproximadamente um milhão de venezuelanos. 


Venezuela contra Maduro

Imagens que circularam nas redes sociais mostraram grupos de venezuelanos celebrando a queda de Maduro em diferentes cidades do país. As cenas indicam manifestações pontuais, mesmo sob forte controle estatal. 


Manuel Cadonau @mcpolitik · Seguir Don’t repost this – the Democrats will lose their minds. They can’t stand the fact that the people of Venezuela are celebrating their freedom – thanks to Trump, who finally removed an illegitimate narco-terrorist dictator. While the left cries foul, real leadership is


Os registros revelam pessoas reunidas em vias públicas, com bandeiras e gestos de comemoração. A mobilização ocorreu poucas horas depois da confirmação da captura do ditador pelos EUA. 

O ambiente interno ainda é marcado por incerteza política e presença das forças de segurança. Mesmo assim, os vídeos sugerem um sentimento inicial de alívio entre parte da população.


Erich  Mafra - Revista Oeste 

Trump atualiza informações sobre a Venezuela a bordo do Air Force One

domingo, 4 de janeiro de 2026

TV INJUSTIÇA - Ludmila Lins Grilo - A captura de Maduro - Lula na berlinda - LinkedIn...

Em 90 dias, o ex-presidiário Lula torra R$11,3 milhões em propaganda no Facebook

Ex-presidiário, condendo a mais de 30 anos de cadeia por corrupção, petista ataca as '"big techs", mas as abastece de dinheiro público





No Brasil não tem para ninguém: o governo federal do petista Lula é o maior anunciante do grupo Meta, dono das principais redes sociais utilizadas pelos brasileiros. Apenas nos últimos 90 dias, a administração federal torrou mais de R$11,3 milhões com anúncios no Facebook e Instagram, segundo levantamento do Diário do Poder na plataforma Meta Ads, que divulga todos os anunciantes que fazem propaganda política, eleitoral ou social em suas plataformas de redes sociais. A informaç∫ao é sa Coluna Claudio Humberto, do Diário do Poder.

Os mais de R$11 milhões que o governo Lula torrou em propaganda no Facebook e Instagram foram destinados a apenas 14 anúncios.

O Partido Liberal de Guarulhos (SP) gastou R$853 mil em anúncios para o prefeito da cidade, Lucas Sanches (PL). É o terceiro maior do País.

O governo do Rio Grande do Sul de Eduardo Leite (PSD) é o 5º maior anunciante (R$554 mil), seguido pelo governo do Ceará (R$519 mil).

Diário do Poder



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