segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

FAROESTE À BRASILEIRA, com Gustavo Segré - Participação de MARCOS TROYJO, ADRILES E JULIANA LEITE - MADURO PODE COMPLICAR ainda mais O PT

Jornal dos Jornais - Cláudio Lessa

Prisão de ditador venezuelano gera pânico no ex-presidiário Lula

Maduro preso e Irã em chamas: o colapso das ditaduras - Conversa Timeline

Governo dos EUA divulga fotos de Trump durante a captura de Maduro

 O ex-ditador foi neutralizado em questão de de segundos, afirma o presidente norte-americano


O presidente Donald Trump acompanhou ao vivo a captura de Maduro - 03/01/2026 - Foto: Reprodução/Casa Branca 


Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, acompanhou a captura do ex-ditador Nicolás Maduro ao lado de altos funcionários de seu governo. É o que mostram fotos publicadas no X pela Casa Branca no sábado 3, dia da ação.

A operação de captura recebeu o nome “Absolute Resolve” (“Resolução Absoluta”, em tradução livre). Nas imagens, também aparecem Marco Rubio, secretário de Estado; Pete Hegseth, secretário de Guerra; e o general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, além de outros funcionários do governo.


O presidente Trump compartilha imagens da Operação “Absolute Resolve”, na qual forças dos Estados Unidos capturaram Nicolás Maduro na Venezuela.


“Não brinque com o presidente Trump” A Casa Branca usou uma das fotografias para mandar um recado ao mundo. Em outra postagem no X, publicou a imagem do presidente ao lado de membros da alta cúpula, com a inscrição “Não brinque com o presidente Trump”. Além disso, o governo dos EUA fez um vídeo em que ironiza Maduro.


Trump covarde? - Em vídeo que mostra cenas da operação realizada neste sábado, 3, em Caracas, a Casa Branca lembra falas de Nicolás Maduro, que desafiou o presidente norteamericano a capturá-lo. 


Maduro aparece aos berros na abertura. “Venham até mim”, desafia o então ditador. Na sequência, Caine começa a descrição da operação de captura. “Ontem à noite, por ordem do presidente dos Estados Unidos, militares dos Estados Unidos realizaram uma missão de apreensão em Caracas, na Venezuela, para levar à Justiça duas pessoas indiciadas: Nicolás e Cilia Maduro”, diz.


Na gravação, aparecem outras falas do ex-ditador. “Não demorem”, grita. “Espero-os em Miraflores, covardes.” Logo depois, também falam no vídeo Hegseth, Trump e Rubio. 

A captura de Maduro Aeronaves militares norte-americanas chegaram a Caracas, capital da Venezuela, por volta das 2h (horário local) de sábado. Cerca de duas horas depois, Maduro e a mulher, Cilia Flores, estavam no navio USS Iwo Jima, da Marinha dos EUA. Segundo Trump, o casal tentou se esconder em uma sala segura. “Eles foram neutralizados em questão de segundos”, disse. 






Artus Piva, Revista Oeste

Venezuelana filma reação de avô à prisão de Maduro e vídeo viraliza

 Publicação no Instagram ultrapassou 10 milhões de visualizações


Avô da influenciadora venezuelana Sabrina Azocar se emociona com notícia da prisão de Maduro | Foto: Instagram/Reprodução


Um vídeo publicado pela influenciadora venezuelana Sabrina Azocar viralizou nas redes sociais ao mostrar a reação de seu avô, de 96 anos, ao ser informado sobre a prisão do ditador Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos. A gravação, publicada no Instagram neste sábado, 3, atingiu 11 milhões de visualizações.

O conteúdo registra o momento em que Sabrina conversa com o avô, em seu quarto, enquanto relata a notícia da captura do ditador. Ela fala de forma exaltada, enquanto o idoso reage com surpresa e emoção. 

No começo da gravação, Sabrina anuncia a notícia: “Vovô, levaram o Maduro, levaram o Maduro”. Em seguida, ela associa a prisão ao presidente dos EUA, Donald Trump. “Trump levou o Maduro.” 

Logo depois, a jovem informa que a captura ocorreu durante a madrugada. “Hoje à noite, às 2 da manhã, pegaram ele no Forte Tiuna”, a mais importante base militar venezuelana. Na sequência, acrescenta que a ação envolveu ataques ao local. “Bombardearam ele e a Cilia”, diz, em referência à mulher de Maduro, Cilia Flores.

Ainda durante o vídeo, Sabrina manifesta o desejo de se deslocar até o local. “Vamos para lá, vamos”, afirma. Em tom de incentivo, ela tenta fazer o avô se levantar. “Vamos, levanta, vamos embora”, diz, com entusiasmo. 

O vídeo também exibe uma frase sobre as imagens: “A melhor notícia que ele recebeu em seus 96 anos”, acompanhada de emojis de coração nas cores azul, amarelo e vermelho, as mesmas da bandeira da Venezuela. A publicação veio acompanhada da legenda: “Minha avó está muito feliz no céu, celebrando que somos livres”.


Maduro foi preso neste sábado 


A prisão de Maduro ocorreu na madrugada deste sábado, 3, durante uma ação militar de grande escala liderada pelos EUA. A operação resultou na captura do ditador venezuelano na capital do país, Caracas, e em sua transferência para custódia norte-americana. 

Depois da detenção, Maduro foi levado para um porta-aviões dos EUA e, posteriormente, transferido para Nova York. Ele permanece detido no Centro de Detenção Metropolitano do Brooklyn, onde aguarda julgamento. Uma audiência foi marcada para esta segunda-feira, 5.



Nicolás Maduro chega a Nova York — 3/01/2026 | Foto: Reprodução/Redes sociai

Maduro enfrenta acusações federais relacionadas a narcoterrorismo, tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro e corrupção. Essas acusações têm origem em investigações abertas pelo Departamento de Justiça norte-americano desde 2020. 

Trump anunciou a captura como parte de uma estratégia de “pressão máxima” contra o regime venezuelano. Autoridades norteamericanas afirmaram que Maduro representava uma ameaça à segurança nacional dos EUA em razão de seu suposto envolvimento com o tráfico de drogas.


Mateus Conte - Rervista Oeste

Mas e a soberania da Alemanha nazista? - Anderson Scardoelli

 No Instagram, Caio Caúla viralizou com indagação a respeito de como a comunidade internacional deveria tratar o regime de Adolf Hitler


Adolf Hitler não chegou ao julgamento: a exemplo dos seus dois principais assessores, Himmler e Goebbels, o líder nazista cometeu suicídio para não ser capturado pelas forças aliadas - Foto: Reprodução/Redes sociais 


Uma postagem do trader e influenciador digital Caio Caiúla viralizou neste domingo, 4. Diante da ação dos Estados Unidos, que capturou o ditador Nicolás Maduro em Caracas, capital da Venezuela, o influencer indaga, em tom irônico, se a comunidade internacional falhou na 2ª Guerra Mundial, quando se derrubou o nazismo. 

“Temos que capturar Hitler”, exibe a publicação de Caiúla. A frase é acompanhada da foto em que, da esquerda para a direita, aparecem os três líderes dos Aliados: o primeiro-ministro do Reino Unido, Winston Churchill; o presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt; e o chefe da União Soviética, Josef Stalin.

Ao comparar o que ocorreu agora com Maduro com o desfecho da 2ª Guerra em 1945, com a derrota do nazismo e o suicídio de Adolf Hilter, o trader mostra que os Aliados teriam problemas hoje em dia. 

Afinal, de acordo com ele, muitos lançariam a mesma pergunta: “Mas e a soberania da Alemanha?”. “Sociedade ficou mais burra”, avalia Caiúla, na legenda da postagem referente à “soberania” dos nazistas. 

“Tiranos devem ser capturados em qualquer ponto do planeta em que se encontram.” 

Conforme a Organização das Nações Unidas, a 2ª Guerra Mundial foi um dos períodos mais letais da humanidade. Durante os conflitos, de 1939 a 1945, ao menos 40 milhões de civis e 20 milhões de soldados morreram. 

A provocação feita por Caiúla viralizou. Somente no perfil dele no Instagram, a postagem, que está no ar desde a manhã deste domingo, soma 1,4 milhão de visualizações. 

Há, além disso, mais de 50 mil curtidas e aproximadamente mil comentários. 


Números da soberania da ditadura bolivariana 

Àqueles que falam em defesa da soberania da Venezuela para criticar a operação norte-americana deflagrada neste fim de semana, o economista argentino Roberto García Moritán, atual secretário de Desenvolvimento Econômico da Cidade Autônoma de Buenos Aires, listou números que resumem os quase 13 anos em que a ditadura bolivariana de Maduro governou a Venezuela. São, por exemplo, mais de 30 mil adversários políticos torturados e 8 milhões de exilados. Entre quem não fugiu do país, 90% lidam com a pobreza. 


Àqueles que falam em defesa da soberania da Venezuela para criticar a operação norte-americana deflagrada neste fim de semana, o economista argentino Roberto García Moritán, atual secretário de Desenvolvimento Econômico da Cidade Autônoma de Buenos Aires, listou números que resumem os quase 13 anos em que a ditadura bolivariana de Maduro governou a Venezuela. São, por exemplo, mais de 30 mil adversários políticos torturados e 8 milhões de exilados. Entre quem não fugiu do país, 90% lidam com a pobreza. 


Anferson Scardoelli - Revista Oeste