sábado, 29 de fevereiro de 2020
No túnel do tempo: Em 1990 o vereador Jair Bolsonaro recusou um carro de luxo pago pela Câmara (vídeo)

Fotomontagem: Jair Bolsonaro, reportagem do Jornal do Brasil e Opala
A Câmara Municipal do Rio de Janeiro, no longínquo ano de 1990 resolveu comprar 42 veículos de luxo para cada um de seus vereadores.
Pelo menos um vereador não aceitou.
O nome do ilustre: Jair Bolsonaro.
Um vídeo retratando essa história acaba de viralizar nas redes sociais. Uma matéria publicada no Jornal do Brasil, descoberta por um internauta, estampou no dia 16 de março ano de 1990 a seguinte manchete:
“Câmara compra 42 opalas zero km para vereadores”.
Confira:

Jornal do Brasil em 16 de março de 1990
Na época o Opala era um dos melhores carros de luxo.
“No meu caso é dispensável”, disse o então vereador, Jair Messias Bolsonaro.
Isso mesmo… Bolsonaro há 30 anos atrás já mostrava que era um político diferenciado.
Confira o vídeo e entenda:
Jornal da Cidade
Ana Paula Henkel é atacada por 'jornalistas' petistas (jornalistas petistas? Ora, pode chamar de organização criminosa do Lula!) e recebe apoio de líderes políticos

Fotomontagem: Ana Paula Henkel e José Trajano, parceiro de Lula, maior ladrão da República
O jornalista petista José Trajano, compartilhou uma publicação do blogueiro do UOL, Demétrio Vecchioli, sobre o esporte brasileiro que, segundo ele, caminha para o precipício por ações e o silêncio de atletas sobre o assunto.
Na publicação, Trajano, questiona a ex-jogadora de vôlei e conservadora assídua, Ana Paula Henkel.
“E a Ana Paula não tem nada a dizer?”.
Em resposta a publicação, Demétrio afirmou:
“Opa se tem. Tá no congresso da direita americana discursando pelo direito de jovens americanas não perderem uma bolsa educacional para um garoto trans. Mas se as todas as bolsas acabarem no Brasil tudo bem.”
Veja:

Publicações de José Trajano e Démetrio Vecchioli no Twitter
O advogado e colunista de extrema esquerda, Edu Goldenberg, também comentou a publicação e questionou se era realmente da ex-atleta que Trajano estava falando.
“Qual Ana Paula, Trajano?! A Ana Paula Henkel? Não me faça rir. Essa é vassala morobolsonarista. Lacaia do projeto em curso”, disse Goldenberg.
Os ataques misóginos e de extremo mau- caratismo não pararam por aí.
“Eu sei disso! Foi uma provocação. Por que a dondoca bolsonarista agora se cala ? Ela e a turma do vôlei . Claro que sei que se trata de uma idiota”, atacou Trajano.
Confira o diálogo:

Comentários de Edu Goldenberg e José Trajano no Twitter
Um vergonhoso diálogo, digno da sigla que representam… PT.
Ana Paula Henkel, depois dos ataques, foi também as redes sociais e compartilhou um print dos ataques que sofreu.
“Vou testar uma coisa aqui. Vamos ver quantos perfis verificados ou membros da imprensa aparecem para me defender? Valendo”, convocou a ex-jogadora de vôlei.
Logo após a postagem, choveu de comentários de apoio a Ana Paula, dentre eles, líderes como o presidente, Jair Bolsonaro, seus filhos Flávio e Eduardo, a ministra Damares Alves, entre muitos outros.
“Minha solidariedade a você, Ana Paula!”, respondeu o presidente.

Comentário de Jair Bolsonaro na publicação de Ana Paula Henkel
“Conte comigo sempre. Estamos com você. Não deixe isso te abalar”, salientou Damares.
Porém, nenhum membro da esquerda, desses que se dizem defensores das mulheres, apareceu para se solidarizar com a ex-atleta.

Comentário de Damares Alves na publicação de Ana Paula Henkel
Confira a publicação de Ana Paula:

Publicação de Ana Paula Henkel no Twitter
Jornal da Cidade
"A esquerda que perdeu as ruas e as jornalistas de ocasião", por Marco Angeli Full

Vera 'zacarias' Magalhães
Vivemos todos para ver o inacreditável acontecer: a esquerda, outrora donas das ruas, ao lado de seus parceiros corruptos, sacripantas e sanguessugas, se rebela contra o protesto marcado para o dia 15 de março.
Pulhas confabulam, inventam ‘notícias’ para alimentar a máquina de mentiras de seus agregados, os jornalistas de aluguel.
Vera Magalhães, por exemplo, aquela que nunca soube o que fazer com as mãos diante das câmeras, desajeitada e tosca, continua igual.
Não sabe ainda onde enfiar as mãos, corpo estranho, e pior: continua em sua mediocridade não sabendo distinguir fatos do que gostaria que fosse realidade.
No delírio do ‘impeachment’, ela e outras jornalistas de ocasião buscam vídeos antigos que ‘transformam’ em atuais, inventam mentiras grosseiras e, naturalmente, passam vergonha.
Mas, para esse tipo de criatura muito especial que é o comunista - enrustido ou não - passar vergonha é fato corriqueiro.
Faz parte da batalha, cumpanheiro.
Os canhões da imprensalha - literalmente, os canhões - se voltam para Bolsonaro, que supostamente pede ao povo que o apoie nas ruas.
‘Impeachment’, Impeachment’, gritam histéricas as carpideiras comunistas, de mirians a veras, passando por cantanhedes.
Pois é.
E se fosse?
E se o presidente brasileiro pedisse ao povo que o apoiasse?
Quantas vezes, direta ou indiretamente, em seus bons tempos, o pulha semianalfabeto que governou e saqueou este país em nome do PT convocou o povo para ir às ruas?
Muitas, não é mesmo?
E onde estavam as carpideiras naqueles dias?
Gritando impeachment?
Ou saindo eufóricas de bandeirinha vermelha em punho para apoiar o ladrão?
Hoje, quando a esquerda perdeu as ruas para os brasileiros, a imprensalha e suas gralhas, agora ‘respeitáveis jornalistas’ serve de porta-voz aos ganidos de lamento de seus patrões, atolados em dívidas e desesperados para que volte o braziu do atraso.
São esses patrões que temem o povo.
É Maia que teme o povo.
Os deputados venais, os senadores corruptos.
A eles, que nada tem - e não querem ter - de povo, não interessa a governabilidade de Bolsonaro, nem a de ninguém que queira ver o Brasil crescer.
A eles interessa apenas a manipulação - vide globo - e um sistema podre que favoreça a sua própria roubalheira e privilégios.
Só que o povo cansou e não pensa mais como eles.
Não é mais manipulado por globos.
Por isso estará nas ruas no próximo dia 15.
Esse é o medo.
Um povo livre, com opinião, que não se curva e luta pelo seu país só significa uma coisa:
O fim dos maias et caterva.
Um dia, mais cedo do que se imagina, eles serão substituídos por gente interessada no Brasil, verdadeiramente.
Nesse dia, jornalistas de ocasião como veras ou mirians já não existirão.
Jornal da Cidade
Assinar:
Postagens (Atom)
