quinta-feira, 1 de fevereiro de 2024

'Cartel Lula-STF' e os cúmplices... Toffoli autoriza Odebrecht a não pagar R$3,8 bilhões de acordo da Lava Jato

Mesmo com confissão de culpa da empresa em corrupção, ministro do STF estende à atual Novonor os benefícios bilionários concedidos à J&F


Reprovado 2 vezes em concurso para juiz e ex-advogado do covil do Lula, Toffoli já anulou provas contra o ex-presidiário obtidas pela Lava Jato Foto: STF

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, decidiu liberar a empreiteira Novonor, antiga Odebrecht, de realizar pagamentos do acordo de leniência de R$ 3,8 bilhões firmado em 2016 com o Ministério Público Federal (MPF) no âmbito da Operação Lava Jato. O montante serviria para compensar danos do esquema de corrupção denominado “petrolão”, que a própria empresa confessou ter operado em 49 contratos com o poder público, principalmente com a Petrobras.

A decisão impede o repasse de alcançar um montante de R$ 6,7 bilhões, ao final duas décadas, com correção monetária. E ainda autoriza a empreiteira a acionar a Procuradoria-Geral da República (PGR), a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU), para reavaliar todos os acordos de leniência firmados e corrigir “ilicitudes e dos abusos identificados”, praticados por autoridades do sistema de Justiça.

Toffoli atende ao pedido feito pela Novonor, em janeiro, para que estendesse à empreiteira os benefícios que o ministro concedeu à J&F, em dezembro do ano passado, quando suspendeu uma multa de R$ 10,3 bilhões do acordo que a empresa dos irmãos Batista firmou com o MPF, na Operação Greenfield.

O ministro já havia anulado provas da J&F, com base na conclusão de que houve conluio entre a acusação protagonizada pelo MPF e o então juiz da Lava Jato, o atual senador Sérgio Moro (União-PR). E repetiu a mesma argumentação, baseada em dados da Operação Spoofing, que revelou diálogos entre Moro e procuradores da Lava Jato.

Toffoli concluiu ter havido “elaboração de cenário jurídico-processual-investigativo que conduzisse os investigados à adoção de medidas que melhor conviesse a tais órgãos, e não à defesa em si”. E justifica a suspensão dos pagamentos apontando para a existência de “dúvida razoável” sobre a voluntariedade da Odebrecht no momento do acordo de leniência firmado sob imposição de obrigações patrimoniais.

“Conforme ressaltado na inicial, deve-se oferecer condições à requerente para que avalie, diante dos elementos disponíveis coletados na Operação Spoofing, se de fato foram praticadas ilegalidades”, diz Toffoli, na decisão, que teve trechos divulgados pela colunista Malu Gaspar, de O Globo.

Diário do Poder

ABIN: Narrativas derretendo e o descaso com o Brasil

'Oeste Sem Filtro' - Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Silvio Navarro, Adalberto Piotto, Rodrigo Constantino e Paula Leal de olho na bandalheira do 'cartel Lula-STF' e na cumplicidade da velha imprensa corrupta (GloboLixo,Veja,Folha,Estadão,CNN...)

Covil do Lula ‘aparelha’ até velório de embaixador falecido

 

Lula, a quem Guimarães dedicava tratamento de divindade, esteve no velório-comício. (Foto: Marcelo Camargo/ABr)


As homenagens ao falecido embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, no Itamaraty, foram marcadas por cenas inusitadas e lacrações que deixaram diplomatas boquiabertos. Em discursos, em vez de se destacar prioritariamente os predicados do diplomata, ouviram-se ataques ao ex-presidente Jair Bolsonaro. Lula, a quem Guimarães dedicava tratamento de divindade, esteve no velório-comício. Foi surpresa: o presidente tem o hábito de evitar cerimônias fúnebres e locais afetados por tragédias.

Petista de carteirinha

Causou espécie também a inapropriada aposição, sobre o caixão, da carteirinha de filiação ao PT de Guimarães, servidor do Estado brasileiro.

Escolinha do Samuel

Como nº 2 do Itamaraty, ele criou a “escolinha do Samuel”, com diplomatas sabatinados sobre livros que eram obrigados a ler.

Monoglotas aforaram

Guimarães também chocou ao excluir a prova de língua estrangeira, essencial à atividade diplomática, nos cursos para ingresso na carreira.

Diáriio do Poder

Covil do PT aproveita arapongagem da Abin para ‘fritar’ ministro Rui Costa

 

Rui Costa patrocinou Luiz Fernando Corrêa na Abin (Foto: José Cruz/Agência Brasil)


Habituado ao canibalismo para conquistar nacos de poder, o PT aproveita o escândalo na agência de arapongagem do governo Lula para fritar o ministro Rui Costa (Casa Civil). Costa é o patrocinador de Luiz Fernando Corrêa no comando da Agência Brasileira de Inteligência (Abin). No dia em que decidiu fazer a limpa na cúpula da Abin, Corrêa estava entre demissíveis, mas foi salvo por intervenção do ministro. O número dois da agência, Alessandro Moretti, não teve a mesma sorte.

Passe no RH

Além de Moretti, a arapongagem derrubou outros quatro diretores. Com a demissão a granel, pouca gente aposta na manutenção de Corrêa.

Pós-Corrêa

O Planalto já tem até quem substitua o protegido de Rui Costa: Ricardo Cappelli, ligado ao PSB e a Dino, que não gosta do chefe da Casa Civil.

Canibais

Facções petistas veem no escândalo a chance de minar eventual chance de Rui Costa ser o substituto de Lula na candidatura à presidência.

Nova Dilma

Além dos inimigos conquistados ao longo de mais de 40 anos de PT, o baiano enfrenta ciumeira no partido em razão dos holofotes do PAC.

Diário do Poder

Marcel van Hattem - O silêncio de Lira e Pacheco

Fernão Lara Mesquita - 'Conae' um sorvete na educação