terça-feira, 30 de junho de 2015

"‘Doações legais’ de propinas estão no centro do petrolão" (da dupla Lula-Dilma), editorial de O Globo

Delação premiada do empreiteiro Ricardo Pessoa garante destaque no julgamento do caso no STF do criativo sistema de lavagem de dinheiro desviado da Petrobras


Preso na sétima fase da Operação Lava-Jato, em novembro do ano passado, Ricardo Pessoa, dono da UTC, uma das empreiteiras do petrolão, foi considerado testemunha-chave do esquema político-empresarial que pilhou a Petrobras a ponto de desequilibrar as finanças da maior empresa brasileira. Pessoa caiu nas malhas da Polícia Federal, junto com outros representantes de empreiteiras, todos denunciados pelo Ministério Público ao juiz federal Sérgio Moro, de Curitiba, por mancomunar-se com diretores da estatal, partidos políticos (PT, PMDB e PP) e operadores de traficâncias com dinheiro sujo, para financiar campanhas políticas, além de inflar o patrimônio privado de vários.

Pessoa, segundo as investigações, coordenaria um cartel de empreiteiras formado para ganhar concorrências bilionárias na Petrobras, em troca de propinas embutidas nos contratos. Este dinheiro — contabilizado pela Petrobras em R$ 6,2 bilhões — é que foi abastecer partidos, políticos, diretores da estatal e até mesmo pagar as contas do mensaleiro condenado e preso José Dirceu.

Pela função do empreiteiro no cartel, sua proximidade com o PT e, em especial, o ex-presidente Lula, havia em Brasília quem temesse um acordo de delação premiada de Pessoa. Pois ele fez o acordo — falou, em troca da redução de penas —, homologado pelo ministro Teori Zavascki, no Supremo, por citar autoridades com foro privilegiado, e a importância que era dada a um possível testemunho do empreiteiro se confirma.

O que foi revelado do depoimento pela revista “Veja” dá ideia da ampla dimensão que atingiu o esquema montado na Petrobras. Saiu de lá dinheiro que foi abastecer as campanhas de Lula, em 2006, e a de Dilma, no ano passado, o que envolve o ministro Edinho Silva, tesoureiro da candidata. A lista apresentada por Pessoa também causa avarias no ministro Aloizio Mercadante, reforça a volta do senador Collor às crônicas da corrupção e chega a atingir um senador de oposição, Aloysio Nunes (PSDB-SP). Este repete a defesa-padrão de que recebeu doações legais, porém Pessoa diz ter entregue ao tucano R$ 200 mil em dinheiro vivo. Faltam explicações.

É até provável que o dinheiro doado ao tucano não tenha se originado das propinas, monopolizadas pelo PT, PP e PMDB. Caso contrário, Pessoa terá dado um desfalque nos partidos no poder, algo no mínimo anedótico.

Com o testemunho de Pessoa, ganhou de vez alta relevância a lavagem de recursos da estatal por meio de doações legais ao PT e aliados. Na ardilosa manobra, se destacam o tesoureiro petista João Vaccari Neto, detido em Curitiba, e o então diretor da Petrobras Renato Duque, também preso, apadrinhado de Dirceu na estatal. Assim, firma-se na pauta do julgamento do petrolão no STF a discussão sobre esta lavagem de propina. A questão é séria porque projeta suspeições sobre várias campanhas, a começar pela da presidente. Desenha-se como será o grande embate jurídico, e político, em torno do escândalo.




Mais uma do governo corrupto Lula-Dilma! Após venda de notas falsas, suspensas por 30 dias operações com dólar no Banco do Brasil em PE

UOL


As notas falsas (foto) foram compradas na agência do BB da Avenida Rio Branco, Centro do Recife / Foto: cortesia
As notas falsas (foto) foram compradas na agência do BB da Avenida Rio Branco, Centro do RecifeFoto: cortesia
Após a repercussão do caso dos dólares falsos vendidos numa agência do Banco do Brasil (BB) do Recife, todas as operações de câmbio com a moeda norte-americana estão suspensas nas unidades da instituição bancária em Pernambuco. A proibição irá durar, inicialmente, 30 dias. A decisão foi tomada após o BB ser autuado de acordo com a legislação do Código de Defesa do Consumidor.

A medida foi anunciada na tarde desta terça-feira (30), em coletiva de imprensa na Vice-Governadoria de Pernambuco, em Santo Amaro, área central do Recife, onde se reuniram representantes do Procon do Estado e da Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos. Além da proibição, o Governo do Estado também informou que irá garantir auxílio jurídico à estudante pernambucana Amanda Silva, que passou por constrangimento e risco de ser presa após tentar depositar US$ 2.820 no Bank of America, nos Estados Unidos (EUA). O BB tem 24 horas para apresentar um plano de ação que informe qual assistência jurídica e material que vão oferecer à estudante.

Ainda durante o período de suspensão, o banco deve esclarecer a situação e garantir que nenhum consumidor seja prejudicado. Caso descumpra a ordem, a instituição está sujeita à multa diária de R$ 500 mil. "Isso é uma fraude grave aos consumidores, principalmente porque se trata de um banco federal desse porte", diz o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico. 

Em nota oficial (leia a íntegra no fim desse texto) enviada na noite desta terça-feira, o o Banco do Brasil informou que recebeu com surpresa a notificação do Procon. Ainda na nota, o BB afirma que "tomou todas as medidas de segurança necessárias, o que incluiu a identificação e isolamento de todo o lote de cédulas que originou as ocorrências". Além disso, o instituição afirma que o episódio se trata de um "caso pontual". 

Os dólares em espécie, comprados pela tia de Amanda no BB do Recife, foram levados pelo pai dela, que decidiu passar 11 dias com a filha em Huston, no Texas, onde ela mora. O pai da jovem pernambucana também está proibido de sair do território norte-americano até que a situação dos dólares falsos seja resolvida.

Antes de anunciar as medidas contra o Banco do Brasil, representantes do Governo do Estado estiveram na casa da pernambucana Amanda Silva, no Recife, onde foram recebidos pelos familiares dela. Lá, entraram em contato com a jovem e seu pai para explicar o apoio das autoridades locais para sanar o problema. De acordo com a estudante, também foi garantido que o Banco do Brasil tem o prazo de 48h para prestar assistência jurídica e material para resolução do caso no país norte-americano.

Amanda ainda informou que nesta terça-feira (30), o gerente do BB em Nova Iorque partiu em direção a Houston, no Texas, para conversar com a pernambucana e seu pai. Um encontro com o funcionário da instituição funcionária deve acontecer ainda nesta quarta-feira (1º).

Dinheiro possui falhas grosseiras como o número de série repetido
Dinheiro possui falhas grosseiras como o número de série repetidoFoto: Karoline Albuquerque / Rádio Jornal
INVESTIGAÇÃO - A Polícia Federal (PF) em Pernambuco informou que está de posse de US$ 4.300 falsos, que foram entregues por um dos clientes lesados pela venda de moeda no Banco do Brasil do Recife. Além deste cliente, um pecuarista da cidade de Bonito, e da estudnate pernambucana nos EUA, foi identificado que outras quatro pessoas compraram notas falsas de dólar na agência da Avenida Beira Rio. A informação foi confirmada pela superintendência do BB que ainda informou outros 13 casos semelhantes em investigação.

De acordo com a PF, o dinheiro passará por perícias técnicas para averiguar se todas as notas são falsas. Os envolvidos no caso, inclusive a institução financeira deverão ser ouvidas na investigação federal. O trabalho deve ser concluído em até 30 dias, podendo ter o prazo ampliado. A polícia alerta que todos os clientes que se sentitrem lesados podem apresentar denúncia contra o BB, porém devem apresentar o dinheiro falso, que será apreendido. No entanto, o próprio BB informou que tem entrado em contato com os clientes para substituir as notas falsas por verdadeiras.

Amanda (foto) e o pai podem responder a processo nos EUA
Amanda (foto) e o pai podem responder a processo nos EUAFoto: reprodução Facebook
ENTENDA O CASO - Na última quarta-feira (24), a estudante pernambucana Amanda Silva foi surpreendida ao descobrir que as notas de dólares que ela comprou no Banco do Brasil da Av. Rio Branco eram falsas. Amanda tentou depositar o dinheiro nos Estados Unidos, onde mora atualmente, e foi informada pela agência norte-americana Bank of America de que o dinheiro era falso. A estudante passou por situação constrangedora, já que até a polícia foi chamada.

Os dólares em espécie foram comprados pela tia de Amanda no BB e levados pelo pai dela, que decidiu passar 11 dias com a filha, que mora em Houston, no Texas. No caixa do banco norte-americano, a atendente colocou as notas na máquina de contagem e averiguação e, após conferir por duas vezes, informou que todas eram falsas. “Não acreditei, disse que tinham sido compradas em uma agência, que era impossível”, contou, em entrevista ao NE10.

Segundo Amanda, o Banco do Brasil entrou em contato com ela. A estudante e a família esperam que a instituição financeira se pronuncie diante das autoridades, já que tanto Amanda quanto seu pai podem responder processo no exterior por causa do ocorrido.

NOTA OFICIAL DO BB

"O Banco do Brasil recebeu, com surpresa, notificação do Procon Pernambuco com determinação para suspender o serviço de câmbio em todas as agências do Estado, por 30 dias.

Em nota oficial ontem, o Banco do Brasil esclareceu que tomou todas as medidas de segurança necessárias, o que incluiu a identificação e isolamento de todo o lote de cédulas que originou as ocorrências. O Banco reafirma que se trata de um caso pontual, e que não existe risco para os  demais clientes que realizaram ou venham a realizar operações de câmbio em Recife ou em qualquer outra agência em Pernambuco ou no Pais.

Todos os clientes que adquiriram ou possam ter adquirido as notas fraudadas já foram contactados pelo Banco do Brasil e receberam orientações.

O Banco do Brasil também informou que contratou advogado nos Estados Unidos para apoio jurídico ao sr João Silva e sua filha. O advogado contratado já realizou contatos com os clientes e protocolou documentação necessária às autoridades policiais americanas responsáveis pela investigação.

O Banco do Brasil lamenta a notificação recebida, sem qualquer pedido prévio de esclarecimento, e reafirma que atua há mais de 30 anos no mercado de câmbio, e é líder no segmento".

Não sou cega ou otimista tola, diz Marieta Severo após fazer apologia do governo corrupto da dupla Lula-Dilma

Mônica Bergamo - Folha de São Paulo


Marieta Severo, que divergiu de Fausto Silva no programa dele de domingo (28), diz que "não saiu em defesa de governo" ao exaltar a "inclusão social dos últimos anos". No ar, a atriz rebateu a afirmação do apresentador da Globo de que o Brasil é "o país da desesperança".

Folha - Você defendeu o governo federal?
Marieta Severo - Não defendi governo, não defendi nada. Foi uma resposta à maneira como ele falou, de que é um momento de desesperança, que a única coisa organizada no Brasil é o crime. Eu não concordo. Estamos num momento muito difícil sim, com problemas na política, no governo, na economia. Não sou cega nem uma otimista tola. Mas já vivemos muitas crises e vamos sair de mais uma.

Por que falou de inclusão?
A questão da desigualdade social é importante para mim. Isso conta para mim... Não saí em defesa. Só não saí querendo atacar tudo.

Você conversou com Faustão após o programa?
Não. Fui direto para o aeroporto [em São Paulo] e voltei para o Rio. Democracia é isso. Ele deu a opinião dele de uma forma que eu não poderia concordar, porque não concordo. Aí simplesmente coloquei o meu otimismo de que as coisas serão resolvidas.

Viu a repercussão?
Não sou muito de internet, mas minhas filhas comentaram comigo. Não quero polemizar. Estamos num momento complicado, de discussões e ódio. E tudo que eu menos quero causar neste momento é mais discussão e ódio. 

Homem esquece óculos e compra sem querer bilhete de loteria premiado nos EUA

UOL


  • Divulgação/CT Lottery
    Bob Sabo e sua cara de feliz após a 'compra errada' do bilhete que acabou dando certo
    Bob Sabo e sua cara de feliz após a 'compra errada' do bilhete que acabou dando certo

Tem gente que nasce com o bumbum virado pra lua! Parece ser o caso de um homem no sudoeste do Estado americano de Connecticut, que acabou comprando sem querer um bilhete de loteria errado, mas ficou US$ 30 mil (cerca de R$ 93 mil) mais rico.
Bob Sabo, de Easton, disse que não queria esperar na fila para comprar um bilhete de loteria no Super Stop & Shop, em Fairfield. Então, decidiu comprar um bilhete de uma máquina de venda automática de loteria --algo que nunca tinha feito antes.
Sabo disse que pretendia comprar dois bilhetes de US$ 20 (R$ 62), mas que estava sem os óculos e acabou comprando um bilhete de US$ 30 (cerca de R$ 93). Quando chegou em casa, descobriu que o bilhete era premiado. Que sorte, amigo!

O maior agressor é Cardozo

Diogo Manardi e Mário Sabino - O Antagonista


Como era esperado, a turba que invadiu a Câmara Federal, para tentar impedir a aprovação da redução da maioridade penal, ameaça fisicamente os parlamentares. Mas a maior agressão foi à realidade e à lógica. José Eduardo Cardozo espancou uma e outra, ao dizer que, com a redução, a situação do sistema prisional brasileiro ficará "catastrófica".
Como se as casas que abrigam menores infratores fossem norueguesas. Como se a situação do sistema prisional brasileiro, à exceção das celas destinadas a petista e amigos de petistas, já não fossem catastróficas. Como se, vamos lá outra vez, dois erros (manutenção da maioridade penal aos 18 anos + sistema prisional calamitoso) compusessem um acerto.
Estão com pena dos meliantes que matam e estupram aos 16 e 17 anos? Parem de meter a mão no dinheiro público e chamem empresas americanas para construir e administrar os presídios.

Ecos da bandalheira Lula-Dilma! Procon proíbe agências do BB de fazer operações de câmbio em PE

G1



Medida foi anunciada após confirmação de venda de dólar falso pelo banco.
Governo exige de instituição financeira um plano de assistência às vítimas.



Multa caso o banco descumpra a determinação é de R$ 500 mil por dia, informou o secretário Pedro Eurico (C) (Foto: Vitor Tavares/G1)Multa caso o banco descumpra a determinação é de R$ 500 mil por dia, informou o secretário Pedro Eurico (C) (Foto: Vitor Tavares/G1)
A Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos, por meio do Procon-PE, autuou o Banco do Brasil nesta terça-feira (30), pela venda de dólares falsos. Com isso, as agências do BB ficam proibidas de fazer operações de câmbio em todo o estado por 30 dias. O prazo pode ser prorrogado. O governo estadual também determinou que a instituição financeira apresente, em 24 horas, um plano emergencial de assistência jurídica e material às vítimas.
Até a última segunda (29), o banco confirmou a venda de cédulas falsificadas a seis clientes no Recife. Até então, outros treze casos estavam sob investigação. Em nota divulgada nesta terça, o Banco do Brasil informou que tomou conhecimento da decisão administrativa cautelar do Procon-PE "com surpresa". A instituição esclareceu ainda que tomou as medidas de segurança necessárias, como isolamento de todo o lote de cédulas que originou as ocorrências, e que não há risco para os demais clientes que realizaram ou venham a realizar operações de câmbio no Recife ou em qualquer outra agência em Pernambuco ou no país. O Banco finaliza a nota dizendo que "lamenta a notificação recebida, sem qualquer pedido prévio de esclarecimento, e reafirma que atua há mais de 30 anos no mercado de câmbio, e é líder no segmento".
G1 procurou o Banco Central pedindo esclarecimentos sobre o caso e aguarda o posicionamento oficial da instituição.
Cédulas apresentadas à PF nesta segunda serão periciadas (Foto: Vitor Tavares / G1)Cédulas apresentadas à PF devem passar por
perícia (Foto: Vitor Tavares / G1)
Multa diária de R$ 500 mil
"Extraoficialmente, o BB falou ao Procon que 31 pessoas foram lesadas. A multa diária caso o banco descumpra a determinação é de R$ 500 mil", afirmou o secretário de Justiça e Direitos Humanos, Pedro Eurico, acrescentando que há uma audiência de conciliação marcada para 14 de julho, para que a direção da instituição financeira apresente as medidas tomadas. "A decisão foi uma ordem expressa do governador Paulo Câmara", completou.
O secretário afirmou que a venda de dólar falso constitui fraude aos consumidores. "Isso fere o direito de consumo, que é de confiança, principalmente quando se trata de uma instituição financeira com o porte do Banco do Brasil. É uma situação inusitada e totalmente grave. Amanhã [quarta], vamos à Polícia Federal, com cópia do inquérito administrativo, para subsidiar a polícia. A PF tem que detectar como cédulas entraram na tesouraria do banco e se foi feita a checagem dessas notas. Tudo isso terá que ser esclarecido. Vamos contactar permanentemente Amanda [uma das vítimas] e outras pessoas que vão aparecer. A medida tem que acontecer porque não sabemos a dimensão dessa fraude", argumentou.
Nesta terça, o Governo de Pernambuco entrou em contato duas vezes com a brasileira Amanda Parris, uma das primeiras a denunciar o caso, e foi informado que a jovem não recebeu até agora nenhuma assistência. "O BB disse que estava dando assistência, mas o que eles fizeram foi constituir um advogado para o próprio banco nos Estados Unidos. Esse advogado falou à Amanda que deve chegar ainda hoje em Houston", contou Pedro Eurico.
A Secretaria Estadual de Justiça e Direitos Humanos pede que clientes lesados pela transação compareçam à sede do órgão, na Avenida Cruz Cabugá, na área central da capital, para acompanhar o andamento dos casos.
Entenda o caso
O caso do repasse dos dólares falsos pela agência do Banco do Brasil no Recife veio à tona depois que a estudante brasileira Amanda Parris e o pai dela, João Neto da Silva, foram surpreendidos na última quarta (24), quando tentavam depositar, em um banco de Galveston, no Texas, a quantia de US$ 2.820.
A funcionária que fazia a transação percebeu que as notas eram falsas e acionou a polícia. Os policiais chegaram ao local e constataram, pelo número de série, a falsificação do dinheiro, notificando João e Amanda pelo porte das cédulas. No local, além de colher informações pessoais dos dois, disseram que João não poderia voltar ao Brasil até a conclusão das investigações. De acordo com a família, a compra dos dólares foi feita na agência do BB no Recife, em 18 de junho.
Na segunda (29), o Banco do Brasil informou que há seis casos confirmados de pessoas que compraram cédulas falsas de dólar na instituição, na agência central, no Recife. Pelo menos outros 13 casos estão sendo investigados.

No mesmo dia, a Polícia Federal em Pernambuco abriu inquérito para apurar os repasses, após o agropecuarista José Maria Rangel Júnior procurar a entidade com cédulas de dólar que têm o mesmo número de série das que foram compradas pela família da estudante Amanda Parris. Já o contador Flávio Amâncio passou por apuros em Nova York, este mês, quando uma funcionária de uma loja percebeu que as cédulas com que ele tentava pagar a conta eram falsificadas. O casal Eduardo e Kátia Nóbrega, que esteve em Miami durante oito dias, também este mês, descobriu que o dinheiro comprado no Recife era falso na hora de pagar a conta de um restaurante, no primeiro dia da viagem.

Abreu e Lima: a refinaria da dupla Lula-Chávez que é uma espécie de monumento ao Petrolão

Lauro Jardim - Radar - Veja


abreu e lima
Abreu e Lima: 400% mais cara

O plano de negócios da Petrobras para o período 2015/2019 admitiu que serão necessários mais 1,41 bilhão de dólares para a conclusão da notória Refinaria Abreu e Lima – ou Refinaria do Nordeste, como agora a Petrobras parece preferir chamar aquele abacaxi. Beleza.
Em 26 de março de 2008, a Petrobras bancava oficialmente que a refinaria era um investimento de 4,05 bilhões de dólares. E ainda previa que “o início de operação está previsto para o segundo semestre de 2010, atingindo a carga plena em 2011”.
Duas piadas de péssimo gosto, como se sabe hoje. A refinaria só entrou parcialmente em operação no final do ano passado (sem estar concluída).
No final das contas, a refinaria vai custar 19,989 bilhões de dólares – ou seja, 400% mais do que o orçamento de 2008.
A refinaria é uma espécie de monumento ao Petrolão erguido pelos governos Lula e Dilma.