terça-feira, 1 de outubro de 2024

Coletiva de Filipe Luís na apresentação como técnico do Flamengo

Sob o 'cartel Lula-STF', Brasil encerra mês de setembro com mais de 80 mil focos de incêndio

 

Reprodução


O Brasil encerrou o mês de setembro com 83.157 focos de incêndio, o maior número de queimadas em um único mês em 2024. Até agora, o ano já acumula 210.208 ocorrências desse tipo. Os dados são do sistema BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), divulgados nesta terça-feira, De acordo com o órgão, Mato Grosso foi o Estado mais afetado em setembro, com 19.964 focos de incêndio. Isso representa 24% do total do mês. Em seguida, o Pará registrou 17.434 ocorrências, o que corresponde a 21%. Já o Amazonas teve 6.879 focos, o equivalente a 8,3% do total. 

Esses números destacam que a gravidade da situação é maior nas regiões Norte e Centro-Oeste do país. Comparação dos focos de incêndio no Brasil com anos anteriores Setembro de 2024 foi o mês com o maior número de queimadas desde 2010, quando 109.030 focos foram contabilizados. Em comparação com setembro de 2023, o aumento foi de 78,74%, já que no mesmo período do ano passado foram registrados 46.498 pontos de fogo. Setembro é tradicionalmente o mês com pico de queimadas no Brasil, um fenômeno que costuma se prolongar até outubro. + PT escolhe Marina Silva como culpada pelas queimadas Somente na segunda-feira 30, o Brasil registrava 966 focos de incêndio. 

O cerrado concentrou a maior parte desses focos, com 473 ocorrências, correspondendo a 94% do total. O Pará foi o Estado com o maior número de queimadas em 24 horas, com 134 focos, seguido pela Bahia, com 133 e Minas Gerais, com 113. Impacto das queimadas nos biomas brasileiros

Dos seis biomas brasileiros, cinco registraram focos de incêndio. A Amazônia teve o segundo maior número de ocorrências, com 288 focos, o que representa 29,8% do total. Esses dados ressaltam a abrangência e a diversidade dos biomas que os incêndios afetaram. + Nova onda de calor chega ao Brasil e aumenta risco de queimadas Além do aumento dos focos de incêndio, o Brasil enfrenta uma seca histórica, a mais severa em 44 anos, de acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), vinculado ao Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Fatores que agravaram a situação A seca e a estiagem, comuns no inverno brasileiro, começaram em junho e se estendem até o final de setembro. 

Este ano, a intensidade é atípica devido a diversos fatores climáticos. 01/10/2024, 13:53 Brasil encerra setembro com mais de 80 mil focos de incêndio https://revistaoeste.com/brasil/brasil-encerra-mes-de-setembro-com-mais-de-80-mil-focos-de-incendio/ 3/7 Dois fatores principais contribuíram para a gravidade da seca: a ocorrência de seis fortes ondas de calor desde o início da temporada e a antecipação da seca em algumas regiões. Na Amazônia, por exemplo, a estiagem começou quase um mês antes do previsto, intensificando-se em junho. Tais fatores extremos complicam ainda a situação. 

 


Revista Oeste

Kim Paim - Fim dos inquéritos...

'Oeste Sem Filtro' - Augusto Nunes, Ana Paula Henkel, Silvio Navarro, Adalberto Piotto e Paula Leal comentam desmandos do 'cartel Lula-STF'

Faroeste à Brasileira - Ciom Tiago Pavinatto e convidados

Estadão: Com Lula, Brasil abandona valores democráticos para se alinhar a China, Rússia e Irã

 

Reprodução


Na Assembleia-Geral da ONU, encerrada nesta segunda-feira, 30, em Nova York (EUA), o Brasil sob o comando de Luiz Inácio Lula da Silva abandonou sua independência diplomática e seus valores democráticos para se alinhar a China, Rússia e Irã. A análise é do jornal O Estado de S. Paulo. Em seu editorial “O papelão do Brasil na ONU”, publicado nesta terça-feira, 1º, o veículo diz que o Brasil abandonou qualquer vestígio de independência. 

Isso por tomar partido na polarização geopolítica entre o eixo sino-russo-iraniano e as democracias ocidentais, no momento em que decidiu boicotar o discurso do premiê israelense, Benjamin Netanyahu, no evento. “Enquanto isso, diplomatas brasileiros persuadiam países do chamado ‘Sul Global’ a apoiarem a proposta da China para a guerra na Ucrânia, o que na prática equivale à rendição de Kiev aos agressores russos”, criticou o Estadão.

Dois pesos e duas medidas de Lula De acordo com a publicação, Israel pode ter cometido excessos e crimes, “mas sua guerra é de defesa”. O texto ressaltou que a escalada no conflito em curso no Oriente Médio começou um ano atrás, com o ataque brutal do grupo terrorista Hamas. Ademais, Israel vem, desde então, sofrendo ataques de grupos patrocinados pelo Irã. 

Foram mais de 8 mil foguetes lançados pelo Hezbollah, centenas de drones dos houthis do Iêmen, dezenas de ataques das milícias xiitas da Síria e do Iraque, além de centenas de drones e mísseis que partiram do Irã.

O editorial também lembrou dos mais de cem reféns israelenses cativos do Hamas. Falou ainda dos cerca de 60 mil israelenses que deixaram seu país devido às agressões do Hezbollah. “Israel pode ter cometido excessos e crimes, mas sua guerra é de defesa”, analisa o Estadão. “Teerã e seus associados terroristas são uma ameaça não só para Israel, mas para as nações sunitas e as democracias do mundo. Ao retaliar suas agressões, Israel pode ter empregado meios eventualmente injustos, mas sua guerra, no geral, é justa

Contudo, o jornal deixa claro que “a guerra de agressão da Rússia é injusta”. Mas, ao invés de protestar contra o discurso do presidente iraniano, o vice-presidente brasileiro, Geraldo Alckmin, ganhou um posto de “honra” ao lado de líderes terroristas do Hamas do Hezbollah, da Jihad Islâmica e dos houthis.  Vídeo: na ONU, Janja proíbe tradução de pergunta a Lula Ironicamente, quando voltou a ameaçar o mundo com um conflito nuclear, o chanceler russo não foi alvo de nenhum protesto do Brasil na ONU. 

Já o Vladimir Putin, condenado pelo Tribunal Penal Internacional pelo sequestro de crianças ucranianas, entre outros crimes, seria recebido no Brasil sem ser preso, segundo o próprio Lula. “O rancor antiocidental de Lula solapa valores comuns e desmoraliza a diplomacia brasileira”, afirma o Estadão. 

“É pura ideologia, e da pior qualidade”.



Revista Oeste




AuririVerde - News da Manhã Brasil – Alexandre Pittoli