segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Bancos brasileiros se valorizam mais que os dos EUA no acumulado do ano

UOL

Os bancos brasileiros se valorizaram mais que os dos Estados Unidos no período de 31 de dezembro de 2015 a 29 de julho deste ano. As instituições brasileiras com ações na Bolsa de Valores lideram o crescimento de valor de mercado na América Latina e EUA. O Bradesco foi o que teve a maior alta.
Os dados foram divulgados pela consultoria Economatica nesta segunda-feira (1º). Foi calculado o crescimento do valor de mercado dos bancos de capital aberto da América Latina e EUA com bens acima de US$ 100 bilhões.
De acordo com a consultoria, somente 22 instituições se encaixam nesse perfil, sendo quatro do Brasil e 18 dos Estados Unidos.
O Bradesco, que liderou a lista, teve um crescimento de US$ 23,5 bilhões: no final de 2015, o banco tinha US$ 25,6 bilhões de valor de mercado contra US$ 49,2 bilhões no dia 29 de julho de 2016. Itaú, Santander Brasil e Banco do Brasil também ficaram entre as maiores altas em valor de mercado.
Veja a lista de variação dos bancos entre dezembro de 2015 e julho de 2016:
  • Bradesco - valorizou-se de US$ 25,6 bi para US$ 49,2 bi
  • Itaú Unibanco - valorizou-se de US$ 38,5 bi para US$ 57,7 bi
  • Santander Brasil - valorizou-se de US$ 14,7 bi para US$ 23,6 bi
  • Banco do Brasil - valorizou-se de 10,5 bi para US$ 18,2 bi
  • M&T Bank (EUA) - valorizou-se de US$ 16,2 bi para US$ 18,2 bi
  • BB&T (EUA) - valorizou-se de US$ 29,5 bi para US$ 30 bi
  • Suntrust Banks (EUA) - desvalorizou-se de US$ 21,8 bi para US$ 21,2 bi
  • State Street Corporation (EUA) - desvalorizou-se de US$ 26,8 bi para US$ 26 bi
  • Regions (EUA) - desvalorizou-se de US$ 12,5 bi para US$ 11,6 bi
  • Northern Trust (EUA) - desvalorizou-se de US$ 16,7 bi para US$ 15,3 bi 

Moro solta casal Santana, marqueteiro da dupla corruta Lula-Dilma, após fiança de R$ 31,5 milhões

Paulo Lisboa/Folhapress
O marqueteiro João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, deixam a sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba (PR) nesta segunda-feira (1º).
Santana e a mulher, Mônica Moura (de óculos escuros), deixam a superintendência nesta segunda-feira


UOL


Após cinco meses presos, o marqueteiro João Santana e a mulher dele, Mônica Moura, deixaram a sede da Superintendência da PF no Paraná por volta das 16h30 desta segunda-feira (1º).

O juiz Sergio Moro havia determinado pela manhã asoltura do casal mediante uma fiança de R$ 31,5 milhões. São R$ 28,76 milhões para Mônica e R$ 2,76 milhões para o publicitário. A informação foi antecipada pela colunista da Folha Mônica Bergamo.

É o maior valor de fiança arbitrada na Operação Lava Jato até aqui –sem considerar as indenizações no caso de delação premiada.

O casal foi preso em fevereiro sob suspeita de receber da empreiteira Odebrecht e do lobista Zwi Skornicki dinheiro desviado da Petrobras.

Os R$ 31,5 milhões correspondem aos valores que já haviam sido bloqueados pela Justiça em suas contas correntes, segundo a decisão de Moro.

O casal, que também ficou detido em uma penitenciária na região metropolitana de Curitiba, deixou a superintendência sem falar com a imprensa. Tanto Mônica quanto Santana, que morava em Salvador, não poderão sair do país nem se encontrar com outros investigados.

A ordem também proíbe o contato com "destinatários de seus serviços eleitorais" e determina o comparecimento a todos os atos dos processos.
Moro disse considerar que a instrução das ações penais já está perto do fim e que ambos já manifestaram a intenção de esclarecer os fatos. Mônica Moura negocia um acordo de delação premiada com a Lava Jato.

'TRAPAÇA'

No despacho em que determinou a soltura de Mônica, Moro fez duras críticas ao "álibi" do casal nas ações penais. Em depoimento à Justiça Federal há duas semanas, Santana afirmou que "98% das campanhas" eleitorais no Brasil fazem uso de caixa dois e que, sem a prática, não é possível se manter na profissão.

O juiz federal afirmou que trata-se de "trapaça que não pode ser subestimada" e que é preciso "censurar em ambos a naturalidade e a desfaçatez com as quais receberam, como eles mesmo admitem, recursos não-contabilizados."

"O álibi 'todos assim fazem' não é provavelmente verdadeiro e ainda que o fosse não elimina a responsabilidade individual".

E acrescentou: "Se um ladrão de bancos afirma ao juiz como álibi que outros também roubam bancos, isso não faz qualquer diferença em relação a sua culpa."

Na mesma ocasião, Mônica afirmou em depoimento que recebeu dinheiro no exterior de Skornicki por serviços efetivamente prestados ao PT, na campanha de Dilma Rousseff em 2010, e que o repasse foi a maneira encontrada pelo partido para saldar uma dívida.

Moro disse ainda no despacho que a situação do casal "difere, em parte" da de outros acusados no esquema da Petrobras porque o marqueteiro não era um agente público nem dirigente de empreiteira.

"É possível reconhecer, mesmo nessa fase, que, mesmo se existente, encontra-se em um nível talvez inferior da de corruptores, corrompidos e profissionais do crime."

Durante os Jogos, Brasil quer receber lista de passageiros 72 h antes do voo

Rubens Valente - UOL

Polícia Federal deverá receber, ainda durante os Jogos Olímpicos, com 72 horas de antecedência a lista de passageiros que embarcam no exterior com destino ao Brasil, disse nesta segunda-feira (1) o chefe da Interpol no país, Valdecyr Urquiza Júnior, que também atua como delegado da PF.
Durante a inauguração do centro internacional de cooperação policial da PF que funcionará durante a Olimpíada e a Paraolimpíada , o delegado afirmou que os entendimentos com a Interpol já estão concluídos e o novo procedimento deve entrar em vigor "no curso dos Jogos".
Os nomes dos passageiros serão cruzados com uma listagem internacional de 3.000 pessoas suspeitas de terrorismo e outros 44 mil de crimes de outra natureza.
Atualmente, os nomes dos passageiros são enviados ao Brasil a partir do momento em que o avião inicia os procedimentos de decolagem. Com um prazo maior para pesquisa e checagem, a PF espera poder até mesmo impedir o embarque do passageiro ao Brasil com a comunicação prévia ao país de origem.
Na inauguração do CCPI (Centro de Cooperação Policial Internacional), uma sala com telões e computadores na Superintendência Regional da PF em Brasília, o ministro da Justiça, Alexandre de Moraes, e o diretor-geral da PF, Leandro Daiello, disseram que o sistema de cooperação internacional montado pelo Brasil para a Olimpíada é o maior da história do país e da Interpol.
Segundo Daiello, sistema semelhante já foi utilizado para a Copa do Mundo de 2014, "quando já obteve êxito e a segurança foi reconhecida como um dos pontos mais importantes" da competição. Na época participaram 22 policiais de oito países.
A cooperação agora se ampliou. Para os Jogos do Rio serão 250 policiais de 55 países atuando em conjunto com policiais federais brasileiros, que trabalharão 24 horas por dia na checagem e cruzamento de informações sobre cidadãos estrangeiros que estão no Brasil ou se preparando para chegar ao país. Na Olimpíada, haverá 62 policiais estrangeiros em Brasília e 101 no Rio de Janeiro. Os demais policiais chegarão ao Brasil para as Paraolimpíadas.
Os policiais estrangeiros participam do sistema ao checar os nomes de compatriotas diretamente nos bancos de dados de seus países de origem.
O ministro da Justiça informou que também foi acionado para a Olimpíada um novo sistema de coleta e checagem de impressões digitais de todos os passageiros que desembarcam no Brasil. As digitais estão sendo coletadas por aparelho no momento em que o passageiro está na fila de espera do posto de controle de imigração no aeroporto.
Segundo o ministro, o sistema já permitiu identificar, na última quarta-feira (27), um passageiro proveniente de Londres e natural do Qatar contra o qual havia um mandado de prisão expedido no exterior por estelionato. O passageiro foi deportado no mesmo dia, disse o ministro.
Além da checagem dos nomes e documentos dos passageiros e de suas impressões digitais, a PF também utiliza sistema de reconhecimento facial, informou o chefe da Interpol no Brasil. As imagens são coletadas em diversos pontos de circulação, como aeroportos ou arenas esportivas.
Indagado se o Brasil está "100%" preparado para evitar um ataque terrorista durante a Olimpíada, o ministro da Justiça disse que a afirmação é "impossível" de ser feita.
"O Brasil está totalmente preparado como todos os países do mundo que tem a melhor preparação. Nenhum país do mundo, e ninguém pode afirmar que 100% que não ocorrerá um crime, um ato, isso é uma afirmação impossível, seja no Brasil, nos Estados Unidos, na Europa. O que eu posso afirmar é que nós fizemos a lição de casa. Tudo de mais moderno, tudo que há de integração com outros país, informação e inteligência, nós temos no Brasil. Então nós estamos preparados para qualquer eventualidade", afirmou o ministro.
Segundo o ministro, o sistema de segurança dos Jogos se preocupa basicamente "com dois pontos". O primeiro, "a possibilidade de se prender criminosos internacionais que estejam ainda foragidos e que eventualmente venham ao Brasil".
"E o segundo, até em virtude dos acontecimentos que vêm [sendo registrados], numa sequência no mundo todo, é a troca de informações, maior integração, para que nós possamos captar qualquer possibilidade de atos terroristas", disse Moraes.
Um outro CCPI (Centro de Cooperação Policial Internacional) deverá ser inaugurado nesta terça-feira (2) no Rio de Janeiro.

Treinamento do BOPE para a Olimpíada de 2016

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Policiais do Bope participam de simulação de emergência para a Olimpíada de 2016, em estação de ônibus próxima ao campo de golfe Por: Yasuyoshi Chiba/AFP 11/02/2015
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Investidores internacionais começam a retomar a confiança no país

Aqui


Logo Lula, o corrupto, vai dizer que processo contra ele é um crime contra a humanidade

Com Blog do Reinaldo Azevedo - Veja


A sua decisão de recorrer à ONU é ridícula, 

mas isso não me impede de recomendar mais

 prudência a Sergio Moro e aos procuradores



Ainda estava em férias quando a defesa de Luiz Inácio Lula da Silva resolveu tomar a especiosa decisão de, santo Deus!, recorrer ao Comitê de Direitos Humanos da ONU, nada menos!!!, contra o juiz Sergio Moro. Acusação: ele estaria violando direitos fundamentais de Lula…
Se há coisa que considero sagrada na democracia é o direito de defesa, como sabem meus leitores. Isso já me custou algumas porradas, mal-entendidos e correntes difamatórias na internet. Fazer o quê?
Obviamente, tomo o cuidado de distinguir do ridículo este pilar do regime democrático.
Não é segredo para ninguém que já fiz, sim, críticas a um comportamento ou outro de Sergio Moro e dos procuradores. Fiz, não me arrependo e sustento. A minha tarefa é pensar e dizer o que penso, não torcer, embora jamais tenha escondido as minhas convicções, que acabam me colocando, sim, num determinado lugar da porfia. Mas pretendo que assim seja sem perder a objetividade.
Revelo o meu ponto de vista e exponho as convicções que norteiam a minha análise porque acho que é uma questão de honestidade intelectual com o leitor.
Estive entre aqueles que consideraram, por exemplo, desnecessária a condução coercitiva de Lula. E não mudei de ideia. Cabe, no entanto, a pergunta: aquele ato em particular e todos os outros que disseram respeito ao ex-presidente feriram seus direitos fundamentais, a ponto de se ver caracterizada uma agressão aos direitos humanos?
A questão é de um ridículo sem-par. Trata-se, como observou o ministro Gilmar Mendes, do Supremo, nesta segunda, de uma ação meramente política. É só um recurso extremo para tentar colar em toda a investigação a pecha de perseguição política. Até porque tal comitê não tem influência nenhuma na questão.
Como lembrou Mendes e como sabemos todos, as ações do juiz Sergio Moro estão submetidas a outras instâncias da Justiça. Ele não é a última palavra, como resta evidente. Se, e falo apenas por hipótese, os demais fóruns da Justiça estão se deixando intimidar, então Lula e seus advogados estão pondo sob suspeição o próprio Poder Judiciário.
Bem, numa das conversas telefônicas de Lula que vieram a público, todos ouvimos o petista dizer que, a seu juízo, o Poder está acovardado. Não se acovardar, parece, corresponde a atender às demandas do PT.
Lula decidiu contratar até um escritório britânico especializado em direitos humanos. O advogado Geoffrey Robertson aponta como uma das evidências da falta de isenção de Moro o fato de o juiz ter comparecido ao lançamento de um livro sobre a Lava-Jato.
É claro que se trata de um absurdo exagero, embora eu me veja aqui compelido a sugerir a Moro que se prive de tais eventos, o que só serve para conferir verossimilhança à farsa de que tudo o que aí está não passa de uma conspiração contra o PT.
Faço, adicionalmente, uma recomendação aos procuradores, em especial a Deltan Dallagnol: esqueçam a política — e não me refiro a política partidária, é bom deixar claro! — e se dediquem a exercer plenamente as prerrogativas de que dispõe o Ministério Público, que já não são pequenas. Certas saliências que vejo por aí só servem para dar ouro aos bandidos.
É claro que a ONU não pode fazer nada por Lula, e o Babalorixá de Banânia sabe disso. O que ele tenta é provocar barulho mundo afora, colocando-se no papel de um perseguido político, o que é falso como nota de R$ 3. A gente sabe, no entanto, como são esses organismos da ONU, a maior ONG esquerdista do mundo. Para sair a qualquer momento um texto exortando a Justiça brasileira a ser isenta… E o PT, claro!, sairá por aí batendo bumbo.
Evidentemente, Lula não teve seus direitos agredidos. Isso é patacoada. Mas tal constatação não me impede de recomendar a juiz e procuradores — especialmente a estes — que busquem menos os holofotes.
Afinal, Lula está preparado para dizer ao mundo que o processo contra ele é um crime de lesa-humanidade.

Procuradoria de SP denuncia Paulo Bernardo, marido de Glesi, também larápia, por corrupção

Eduardo Gonçalves - Veja



Outros 19 alvos da Operação Custo Brasil também foram denunciados, entre eles os ex-tesoureiros do PT da dupla corrupta Lula-Dilma, João Vaccari e Paulo Ferreira


Paulo Bernardo
Paulo Bernardo (Herivelto Batista/Divulgação/VEJA)
A procuradoria de São Paulo denunciou nesta segunda-feira o ex-ministro dos governos Dilma e Lula Paulo Bernardo e mais 19 investigados na Operação Custo Brasil, entre eles os ex-tesoureiros do PT João Vaccari Neto e Paulo Ferreira, e o ex-vereador petista Alexandre Romano. O grupo é acusado de montar e operar um esquema no Ministério do Planejamento que teria desviado cerca de 100 milhões de reais, entre 2009 e 2015.
Foram oferecidas ao todo três denúncias à Justiça. A maior delas, que envolve o ex-ministro, se refere à criação do esquema que fraudava o serviço de créditos consignados concedidos a servidores do governo federal. Paulo Bernardo foi denunciado por organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção passiva.
Desdobramento da Lava Jato em São Paulo, a Custo Brasil tem como objeto um acordo firmado entre a empresa Consist e entidades contratadas pelo Ministério do Planejamento para auxiliar na gestão dos consignados. Como taxa de administração, os servidores pagavam à Consist 1 real em cada parcela mensal, enquanto o custo de mercado seria de 30 centavos, conforme as investigações.Bernardo foi titular da pasta de 2005 até 2011, quando saiu para assumir o Ministério das Comunicações.
Parte do dinheiro desviado era usado para abastecer os cofres do PT e para cobrir despesas do ex-ministro, como, por exemplo, a renumeração de um assessor, do motorista e do próprio advogado.
Segundo a procuradoria, o grupo criminoso era dividido em três núcleos: o dos agentes políticos, o dos agentes públicos e o dos dirigentes da Consist e lobistas. Segundo as investigações, o ex-ministro recebia até 9,6% do faturamento da empresa, que depois caiu para 4,8% em 2012 e para 2,9% em 2014. Sete milhões de reais teria sido repassado para o grupo de Paulo Bernardo por meio do escritório do advogado Guilherme Gonçalves, que também foi denunciado e prestava assessoria jurídica às campanhas da senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR), mulher de Bernardo. 
Menos de uma semana após ser preso, Paulo Bernardo teve a prisão revogada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Dias Toffoli. Em sua decisão, o magistrado considerou que a detenção do petista foi um “flagrante constrangimento ilegal” e, por isso, concedeu habeas corpus de ofício em favor dele. Embora tenha acolhido pedido da defesa de Bernardo, Toffoli rejeitou suspender as investigações da Operação Custo Brasil, como queriam os advogados. Na ocasião, a procuradoria criticou a decisão do ministro do STF, dizendo-se “perplexa”.

Marqueteiros da dupla corrupta Lula-Dilma, Santana e Mônica deixam o xadrez. Pagam fiança de R$ 30 milhões determinada por Moro

O marqueteiro João Santana e sua mulher, Mônica Moura, deixam a sede da Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba
João Santana deixa a carceragem da PF em Curitiba (Paulo Lisboa/Folhapress)
Veja
O casal João Santana e Mônica Moura deixou a cadeia na tarde desta segunda-feira. Eles estavam presos desde 22 de fevereiro, quando foi deflagrada a 23ª fase da Operação da Lava Jato, a Acarajé. A soltura do marqueteiro e de sua mulher e sócia foi determinada pelo juiz federal Sergio Moro, que conduz as ações decorrentes da Lava Jato em Curitiba.
De acordo com o advogado do casal, Fábio Tofic Simantob, o magistrado considerou que, diante dos recentes depoimentos prestados pelo casal, não havia motivo para manutenção da prisão preventiva.
No fim de julho, o publicitário e sua mulher admitiram que receberam 4,5 milhões de dólares de caixa 2 na campanha de Dilma, em 2010. Com a confissão, eles reconheceram que mentiram nos primeiros interrogatórios. O casal, no entanto, negou que soubesse que o dinheiro tinha origem em propinas do esquema de corrupção da Petrobras.
João Santana e Mônica são réus pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro. A procuradoria alega que os dois tinham plena consciência da origem ilegal do dinheiro e das atividades ilícitas praticadas pelo PT, “uma vez que estas eram fundamentais para que fosse estruturado o projeto de manutenção no poder do partido”, conforme o texto da denúncia.
Segundo o advogado, Moro determinou como condição para soltura o pagamento de fiança de 30 milhões de reais, valor que já havia sido bloqueado das contas do casal.
Santana e Mônica negociam com a Lava Jato um acordo de delação premiada.