quinta-feira, 3 de abril de 2025
quarta-feira, 2 de abril de 2025
Donos da Globolixo ficam R$ 16 bilhões mais ricos
A revista Forbes divulgou a lista dos bilionários brasileiros, nesta terça-feira, 1º
O patrimônio dos donos do Grupo Globo disparou R$ 16 bilhões, cerca de US$ 2,8 bilhões, no último ano, segundo divulgou a revista Forbes, nesta terça-feira, 1º. A empresa pertence a João Roberto Marinho, José Roberto Marinho e Roberto Irineu Marinho. Juntos, eles possuem uma fortuna de US$ 9 bilhões, cerca de R$ 51 bilhões.
No ranking de 2024, os três proprietários da Globo tinham um patrimônio total de US$ 6,2 bilhões (R$ 35,4 bilhões). Porém, mesmo com a alta do dólar em relação ao real, o patrimônio da família Marinho cresceu cerca de 45% em um ano.
A Forbes divulgou que cada filho de Roberto Marinho, fundador da emissora Rede Globo, possui uma fortuna de US$ 3 bilhões, cerca de R$ 17 bilhões.
A família, contudo, não é apenas dona do canal de televisão, eles são proprietários do portal g1, Globoplay, emissoras de rádio (como CBN e Rádio Globo), editora de livros, jornais e revistas impressas, além da produtora Globo Filmes.
O filho mais velho de Roberto Marinho, o Roberto Irineu Marinho, também é proprietário da Fazenda Sertãozinho, que produz o café gourmet Orfeu.
A Forbes não detalhou qual calculo foi realizado para determinar o patrimônio da família Marinho. O último levantamento divulgado pelo Grupo Globo mostra que o total do ativo da companhia também cresceu. Em 2023, o Globo possuia R$ 27 bilhões em ativos, valor que subiu para R$ 30,9 bilhões em 2024.
O lucro líquido do Grupo Globo mais que dobrou no último ano, de R$ 838 milhões em 2023 para R$ 1,9 bilhão em 2024.
A companhia registra o lucro depois de uma grande reestruturação, que contou com a venda de ativos e demissão de atores, diretores, autores, produtores, apresentadores e profissionais de outras funções.
Além disso, a Globo também pode ter sido beneficiada com a mudança do governo federal. A gestão Luiz Inácio Lula da Silva tem investido em publicidade nas empresas do grupo. Como mostrou Oeste, na soma de 2023 e 2024, o governo repassou mais de R$ 300 milhões para o conglomerado de mídia.
Segundo dados da Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República, o valor destinado pelo governo Lula ao Grupo Globo supera o montante de R$ 177 milhões que o Palácio do Planalto enviou à companhia durante a Presidência de Jair Bolsonaro, entre 2019 e 2022.
Valor total do ativo de Globo cresce em 2024
Thiago Vieira - Revista Oeste
Desaprovação ao governo Lula atinge 56%, aponta pesquisa Genial/Quaest
Levantamento mostra piora na imagem da gestão petista e amplia pressão sobre o presidente em meio à crise política e econômica
A maioria dos brasileiros desaprova a gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo a nova pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 2. O levantamento mostra que 56% reprovam o governo, enquanto 41% aprovam. Outros 3% não souberam ou preferiram não responder.
Os dados refletem uma queda na popularidade do petista. Em janeiro, 47% avaliavam a gestão de forma positiva, contra 49% que reprovavam. A nova pesquisa indica que o desgaste se aprofundou nos últimos três meses.
O instituto entrevistou 2 mil pessoas presencialmente entre os dias 27 e 31 de março, com margem de erro de dois pontos porcentuais. O nível de confiança do levantamento é de 95%.
No Planalto, o resultado acendeu o alerta. Lula passou a intensificar agendas públicas, encontros políticos e ações para conter o desgaste.
Na última semana, reuniu-se com líderes da Câmara e do Senado para tentar melhorar a articulação com o Congresso.
A desaprovação coincide com uma série de tensões internas no governo. Críticas à condução econômica, à atuação de ministros pressionam a imagem do presidente. A base aliada, embora majoritariamente de esquerda, também apresenta sinais de desconforto.
Yasmin Alencar - Revista Oeste
Val Kilmer, astro de Top Gun e Batman Eternamente, morre aos 65 anos
O ator lutava contra um câncer na garganta desde 2014, o que o deixou impossibilitado de falar
Val Edward Kilmer, ou apenas Val Kilmer, morreu nesta terça-feira, 1º de abril. O famoso ator norte-americano tinha 65 anos de idade e sua morte se deu devido a complicações de uma pneumonia. No entanto, desde 2014, Kilmer já enfrentava uma batalha dolorosa contra um câncer de garganta, o que afetou significativamente sua saúde e carreira. Kilmer precisou se submeter a procedimentos como traqueotomias e isso comprometeu sua capacidade de fala. O astro, ainda assim, manteve-se resiliente e jamais deixou de participar de projetos artísticos.
Val Kilmer nasceu em Los Angeles, Califórnia, portanto esteve desde sempre muito perto das artes. Assim como acontece com muitos atores, o início de sua carreira foi no teatro, ambiente em que ganhou destaque. Val Kilmer foi escolhido como o aluno mais jovem a ser aceito no programa de arte dramática da conceituada Juilliard School. Já sua estreia no cinema aconteceu com a comédia Top Secret! (1984), uma produção pequena na qual ele também demonstrou talento cômico e musical e lhe serviu de trampolim para Hollywood.
Val Kilmer, de piloto de caças a roqueiro e super-herói
O ponto de partida para o estrelato foi com o filme Top Gun – Ases Indomáveis (Top Gun, 1986), no qual interpretou o piloto Tom “Iceman” Kazanski, contracenando ao lado de Tom Cruise. Outro grande momento de sua carreira foi a atuação como Jim Morrison, o líder da banda de rock que deu título ao filme The Doors (1991). Sob a direção de Oliver Stone, Kilmer foi aclamado pelo público e pela crítica, recebendo elogios sobretudo por sua transformação e impressionante semelhança com o vocalista Jim Morrison. Kilmer também entrou para a lista de super-heróis do cinema quando teve a oportunidade de interpretar o homem-morcego na superprodução
Batman Eternamente (Batman Forever, 1995), uma versão mais sombria do personagem Cavaleiro das Trevas dos quadrinhos
O currículo de Val Kilmer também inclui produções marcantes como Willow – Na Terra da Magia (1988), Tombstone – A Justiça Está Chegando (1993), Fogo Contra Fogo (1995) e O Santo (1997). Em 2022, Kilmer reprisou seu papel como Iceman na sequência Top Gun: Maverick.
Foi uma bela homenagem ao ator, então já com a saúde bastante debilitada. O ator participou do filme depois de um pedido do próprio Tom Cruise, num gesto de respeito e amizade entre os dois astros.
Val Kilmer deixa um legado cinematográfico marcante e uma legião de fãs. O ator foi casado com a atriz Joanne Whalley entre 1988 e 1996. Eles se conheceram durante as filmagens de Willow – Na Terra da Magia. Após o divórcio, Kilmer não se casou novamente. O ator deixa os filhos Mercedes Kilmer, nascida em 1991, e Jack Kilmer, nascido em 1995.
Revista Oeste
terça-feira, 1 de abril de 2025
Julgamento de Bolsonaro pode torná-lo mártir, afirma Financial Times
O jornal britânico acredita que a popularidade do ex-presidente pode ser ampliada
O jornal britânico Financial Times deu uma demonstração de que o mundo está com os olhos voltados ao julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro. Nesta terça-feira, 1º, o periódico classificou a atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre os casos do 8 de janeiro como um evento “arriscado” para o cenário político brasileiro.
De acordo com o jornal, a investigação sobre a suposta trama golpista aumenta a disputa política no Brasil. Ou seja, de um lado, estão os que defendem a inocência de Bolsonaro; do outro, os que apoiam a punição do ex-presidente.
Financial Times aborda perseguição a Bolsonaro
O ex-presidente afirmou, em entrevista ao Financial Times, ser perseguido no Brasil. Segundo ele, seus opositores querem eliminálo da disputa eleitoral de 2026.
“Eles querem remover qualquer chance de meu nome estar nas urnas ano que vem”, declarou Bolsonaro.
A reportagem ainda trata da saída do deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) do Brasil. O periódico classificou a decisão como parte de uma estratégia para conquistar apoio internacional.
O jornal também cita o apoio de parlamentares norte-americanos a Eduardo. Deputados republicanos, por exemplo, enviaram uma carta ao presidente Donald Trump para manifestar preocupação com a política brasileira.
Eles pedem sanções econômicas e o cancelamento do visto do ministro Alexandre de Moraes. Bolsonaro pode se tornar mártir O jornal alerta sobre a possibilidade de Bolsonaro ganhar apoio político com o julgamento no Supremo.
Segundo a publicação, o ex-presidente pode aumentar sua popularidade e virar mártir — assim como ocorreu com Donald Trump, depois da invasão do Capitólio, em 2021.
A base do ex-presidente avalia que as acusações de suposta tentativa de golpe de Estado feitas pela Procuradoria Geral da República e o julgamento pelo Supremo Tribunal Federal não abalam a imagem de Bolsonaro nem enfraquecem suas alianças.
“Esse julgamento não abala o capital político do presidente”, afirmou o deputado Rodrigo Valadares (União-SE).
“Nem perante a população, nem perante a sua base. Bolsonaro entrou para a história e está pagando um preço alto por isso, mas jamais levará o nome de traidor da pátria. Muito pelo contrário. A população vê e entende o que está acontecendo.”
Revista Oeste
J.R. Guzzo - Desvios no tal Pé de Meia: quem poderia imaginar isso num governo Lula?
(Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Se existe uma coisa com a qual você pode contar com certeza, cada vez que o governo Lula fala em “programa social” é que, quinze minutos depois, haverá desvios. Não falha nunca. Do Bolsa Família ao programa do arroz barato, que nem conseguiu entrar em vigor por ladroagem grosseira demais, do “Desenrola” ao novo “Empréstimo do Lula”, que transferem bilhões de reais do Erário Público para o caixa dos bancos, é sempre a mesma história – se Lula está falando em dar algum trocado para o povão, é porque a companheirada inventou mais um jeito de ganhar com isso.
O último assalto é o tal de “Pé de Meia”, que se propõe a doar R$ 1.000 para “estudantes” que precisam de “ajuda” para “continuar estudando”. Parece piada, mas mal o programa foi lançado, como parte dos esforços do novo ministro da Propaganda para melhorar a “imagem” do governo Lula, a roubalheira já está rolando solta. Segundo revelou uma reportagem de O Estado de S. Paulo, já há cidades no Pará, na Bahia e em Minas Gerais onde o número de beneficiados do “Pé de Meia” é maior que o número de alunos matriculados nas escolas. Outra coisa a notar: das dez cidades onde há mais gente recebendo o benefício, em nove Lula teve mais votos na eleição de 2.022. É tudo no Nordeste.
Parece piada, mas mal o programa foi lançado, como parte dos esforços do novo ministro da Propaganda para melhorar a “imagem” do governo Lula, a roubalheira já está rolando solta
Que iam atacar o “Pé de Meia” era óbvio, e o governo só confirmou o apronto. “Programa Social” de Lula é isso mesmo: um biombo para esconder o que está atrás, e o que está atrás é sempre a privatização do Tesouro Nacional em favor da escumalha que se amontoa no PT e nas gangues políticas que lhe dão apoio. É um cardume de piranhas. Seu último ataque, antes do Pé de Meia, foi um furto qualificado de marmitas em São Paulo: receberam o dinheiro, mas não entregaram as marmitas. Quem? ONGs que servem como “laranjas” do PT – os condutos pelos quais eles transferem para os próprios bolsos o dinheiro que você pagou de imposto.
Além da certeza de que haverá desvios, a cada vez que anunciam um “programa social”, há uma outra, mais certa ainda: não vai acontecer nada com os ladrões. Não aconteceu no leilão do arroz, não aconteceu nas merendas, não vai acontecer nunca. É claro que não: o STF, por força de sua própria jurisprudência, transformou o Brasil no único país do mundo em que a corrupção deixou de ser crime, desde que praticada no governo Lula e no seu entorno. Pense por 30 segundos: você acha que um Dias Toffoli, a mero título de ilustração, faria alguma coisa contra o roubo no “Pé de Meia”? Ele devolveu para a Odebrecht e J&F R$ 20 bilhões em dinheiro roubado – isso com os ladrões tendo confessado o roubo. Toffoli e o resto do STF anularam toda a Lava Jato. Sergio Cabral, condenado a 400 anos de cadeia por corrupção, está solto por decisão do nosso altíssimo judiciário – e por aí se vai, do zero ao infinito. Resultado: vão continuar roubando até o fim da vida.
J.R. Guzzo - Gazeta do Povo
Banco Central abre processo contra Anitta por irregularidade em bens no exterior
Cantora deixou de enviar dados sobre patrimônio fora do Brasil e poderá ser multada em até R$ 250 mil
Cantora Anitta | Foto: Reprodução/Instagram
O Banco Central abriu um processo administrativo contra a cantora Anitta por não declarar no prazo legal os bens que possui fora do país. A informação consta em notificação publicada no Diário Eletrônico, na sexta-feira 21.
O órgão afirma que a artista deixou de apresentar os dados exigidos sobre seu patrimônio no exterior, com referência à data-base de 31 de dezembro de 2020. Por não conseguir localizá-la — classificada como estando em “lugar ignorado, incerto ou inacessível” —, o Banco Central optou por notificá-la publicamente, por meio do Departamento de Estatística. A informação foi divulgada pelo Metrópoles.
Mesmo sem resposta da cantora, o processo segue normalmente. Segundo a norma vigente, o responsável precisa manter atualizados seus dados cadastrais, como endereço, telefone e e-mail, inclusive os de procuradores.
Anitta tem 30 dias para apresentar sua defesa A ausência ou o atraso na entrega dessas informações pode gerar multas de R$ 2,5 mil a R$ 250 mil. A depender da infração, a multa pode contar com acréscimos de até 50%.
O Banco Central explica que essas declarações servem para monitorar os ativos e os passivos externos da economia brasileira, além de avaliar o nível de internacionalização do país. O comunicado oficial não informa o valor ou a natureza dos bens em questão.
Anitta tem 30 dias, a partir da publicação, para apresentar sua defesa.
A equipe jurídica da cantora afirmou, por meio de nota, que todas as obrigações fiscais estão em dia no Brasil e no exterior. Admitiu o atraso na entrega da declaração, mas disse que o problema já foi solucionado.
Revista Oeste
Rejeição ao ex-presidiário Lula avança e chega a 63% no Distrito Federal
Indicador consta em levantamento do Paraná Pesquisas divulgado nesta terça-feira, 1º
O instituto Paraná Pesquisas mostra que a maioria absoluta dos eleitores do Distrito Federal desaprova o governo sob comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Material nesse sentido foi divulgado na manhã desta terça-feira, 1º.
Conforme o levantamento, 63,3% afirmam desaprovar a administração do petista. Em julho do ano passado, o patamar da rejeição do presidente era de 55,7% — ou seja, avanço de 7,6 pontos porcentuais no intervalo de nove meses.
Consequentemente, a aprovação de Lula entre os eleitores do Distrito Federal seguiu o caminho inverso. De acordo com o Paraná Pesquisas, caiu de 40,4% (julho de 2024) para 33% (abril de 2025).
Entre um levantamento e outro, o porcentual de não sabe/não respondeu oscilou de 3,9% para 3,4%. A equipe do Paraná Pesquisas informa que, para mensurar a aceitação ou a rejeição do petista, fez a seguinte pergunta:
“De uma maneira geral, o(a) senhor(a) diria que aprova ou desaprova a administração do presidente Lula, até o momento?”.
No mesmo levantamento, os entrevistadores perguntaram se os eleitores do Distrito Federal consideram a administração de Lula ótima, boa, regular, ruim ou péssima? A essa indagação, a divisão das respostas se deu do seguinte modo:
Péssima — 46,3%;
• Regular — 19,3%;
• Boa — 15,3%;
• Ruim — 10,4%; e
• Ótima — 7,8%.
Do total de entrevistados, 1% não soube responder ou não quis opinar.
Números da pesquisa
A fim de mapear o grau de aprovação do governo Lula, a equipe do Paraná Pesquisas entrevistou 1,6 mil eleitores em potencial no Distrito Federal.
O trabalho de campo nesse sentido ocorreu de 21 a 25 de março.
De acordo com o instituto, a margem de erro do levantamento é de 2,5 pontos porcentuais. Dessa forma, informa-se que o nível de confiança do material é de 95%.
Revista Oeste
Planalto paga R$ 18 mil em diárias para comitiva de Janja na França - Mais um bacanal na conta dos pagadores de impostos
Equipe lotada na Presidência viajou a Paris com a primeira-dama
O Palácio do Planalto desembolsou R$ 18 mil apenas em diárias para quatro assessores que acompanharam a primeira-dama Rosângela Lula da Silva, conhecida como Janja, em viagem oficial à França entre os dias 26 e 30 de março. O valor não inclui as passagens aéreas internacionais, de acordo com a Folha de S.Paulo.
Janja foi designada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva para representar o Brasil na Cúpula Nutrição para o Crescimento (N4G), evento realizado em Paris. A comitiva que a acompanhou na capital francesa foi formada por Taynara da Cunha, Edson Pinto, Julia Silva e Claudio Souza — os mesmos nomes que estiveram com a primeiradama em Roma no mês de fevereiro.
Segundo dados do sistema de gestão financeira do governo federal, Taynara, Edson e Julia receberam R$ 4,5 mil cada: R$ 3,6 mil referentes a 1,5 diária internacional e R$ 900 por 1,5 diária nacional. Claudio Souza recebeu um valor ligeiramente maior, que totaliza R$ 4,6 mil, por causa de um adicional na diária nacional.
A realização dessa viagem ocorre justamente em meio a discussões dentro do governo sobre como dar maior transparência aos recursos públicos utilizados na estrutura de apoio à mulher de Lula.
A Advocacia-Geral da União (AGU) elabora um parecer que prevê o reconhecimento da atuação de Janja como de natureza institucional, embora sem vínculo formal com cargo público e sem remuneração.
O texto em discussão estabelece que o Estado deve garantir os meios necessários para que a primeira-dama exerça seu papel de forma voluntária, como equipe de apoio e condições adequadas para as funções exercidas. Cabe à Presidência definir o tamanho dessa estrutura.
Outro ponto central do parecer é a obrigação de divulgar os compromissos oficiais de Janja e os gastos vinculados às suas atividades públicas. Essa divulgação deve ocorrer por meio do Portal da Transparência, com possibilidade de consulta também via Lei de Acesso à Informação (LAI).
A proposta da AGU conta com o aval da Presidência da República e segue modelos adotados em outros países, como Estados Unidos e França. A iniciativa também teve a participação de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e o Ministério Público.
Revista Oeste