sábado, 31 de janeiro de 2015

Com tumor na garganta, Val Kilmer é levado às pressas para hospital

UOL


O ator, que já interpretou o Batman, foi submetido a uma cirurgia e está em recuperação

Val Kilmer (Getty Images)
Val Kilmer, de 55 anos, foi levado às pressas para um hospital em Santa Monica, Estados Unidos, na noite de segunda-feira, 26, após sofrer um sangramento na garganta. Segundo informações do site TMZ, o ator está com um tumor na região. 
Ainda segundo o site, ele foi socorrido pelo serviço de emergência em sua casa em Malibu e encaminhado a uma clínica, onde foi submetido a uma cirurgia. O ator segue em recuperação.
Segundo pessoas próximas, a família do astro está chateada com o descaso do ator - ele estaria ignorando os sintomas, agravando seu estado de saúde.
Em outubro Kilmer esteve em um tribunal de pequenas causas devido a disputa por uma casa e disse ao juiz que era incapaz de falar porque sua língua estava inchada. O ator foi visto pela última vez em público em janeiro em um jogo dos Lakers com seu filho Jack. Na ocasião ele estava com o pescoço coberto por um lenço.
Val Kilmer foi uma das estrelas do filme Top Gun, em 1986, e tem vários personagens marcantes em seu currículo, entre eles Jim Morrison em The Doors, de 1991, e Batman emBatman Forever, de 1995. Seu último trabalho no cinema foi o filme Twixt, em 2012.
Relembre Val Kilmer em Batman Forever:
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Notícia publicada Sex, 30 Jan 2015 as 20:14, por CARAS Digital.

Morre ex-presidente alemão da época da reunificação do país, aos 94 anos

Com agências de notícias


Richard von Weizsäcker, o ex-presidente que esteve no governo do país no período da reunificação da Alemanha e era considerado uma das principais autoridades morais do país no pós-guerra, morreu neste sábado (31), aos 94 anos, segundo a Presidência da Alemanha.

Membro da União Democrata Cristã (CDU), mesmo partido da atual primeira-ministra, Angela Merkel, Weizsäcker teve papel importante na maneira como a Alemanha lidou com seu passado nazista. Ele foi o primeiro líder do país a afirmar que o 8 de maio de 1945, dia da vitória dos Aliados na Alemanha, foi um dia de "libertação", e não de derrota de seu país.

Presidente entre 1984 e 1994, tendo como primeiro-ministro Helmut Kohl, Weizsäcker foi "uma testemunha do século", disse em comunicado oficial o atual presidente, Joachim Gauck. "Perdemos um grande homem e um chefe de Estado excepcional", afirmou.

Weizsäcker, cujo pai diplomata foi condenado no tribunal de Nuremberg por suas atividades durante o regime nazista, trabalhou para que os alemães assumissem seu passado e deu dimensão moral à função presidencial - um cargo basicamente honorífico, na Alemanha.

Em 1985, no 40º aniversário da derrota dos nazistas, disse no Congresso que o 8 de maio havia marcado "a libertação de um sistema que desprezava a dignidade humana". Por essa época, parte da direita alemã ainda lamentava a derrota do país na Segunda Guerra Mundial.

Advogado por formação, Weizsäcker também foi prefeito de Berlim ocidental entre 1981 e 1984. Em sua presidência, ocorreu a queda do muro de Berlim, em 9 de novembro de 1989, e a reunificação das duas Alemanhas, em 3 de outubro de 1990.

Sergio Mattarella é eleito novo presidente da Itália

UOL


O juiz da Corte Constitucional Sergio Mattarella, 73, foi eleito na manhã deste sábado (31) para ser o novo presidente da República da Itália, em mais uma vitória política do primeiro-ministro Matteo Renzi.
Mattarella foi elogiado pelo ex-presidente da Itália Giorgio Napolitano, que renunciou no último dia 14 de janeiro.
"Conheço Mattarella do plano da absoluta lealdade, correção, sensibilidade, competência institucional e, certamente, da imparcialidade, características importantíssimas para a figura do chefe de Estado", declarou.  
Aos 89 anos, Napolitano decidiu abandonar o cargo --apesar de ter mandato até 2020-- por conta da idade avançada.

Quarta votação

Mattarella foi escolhido pelo Parlamento italiano na quarta votação, depois que nenhum dos candidatos tiveram os apoios necessários nas últimas rodadas.
Ele precisou de maioria simples para ser escolhido e não os dois terços requeridos segundo a Constituição italiana de 1947 para as três primeiras votações. 
Mais de mil deputados, senadores, representantes de regiões e senadores vitalícios participam da votação.

Perfil discreto

Sergio Mattarella é o 12° presidente da história da República da Itália. De perfil discreto, ele foi escolhido pelo primeiro-ministro Matteo Renzi para unir a até então dividida centro-esquerda do país em torno de um mesmo nome.  
Ligado ao Partido Democrático, o mesmo do premier, Mattarella já foi ministro para as Relações com o Parlamento (1987-1989), da Educação (1989-1990) e da Defesa (1999-2001).
Em 2011, foi eleito pelo Congresso para ser um dos juízes da Corte Constitucional do país, função que exerce até hoje. Seu nome chegou a ser cogitado no pleito presidencial de 2013, mas não encontrou apoio no grupo de centro-direita comandado por Silvio Berlusconi.  
O novo presidente da República nasceu em Palermo, é viúvo e tem três filhos. Embora não represente o caráter de renovação encampado por Renzi, Sergio Mattarella é considerado moderado - o que facilita negociações com todos os partidos - e possui uma grande experiência política. (Com Ansa e Efe)

"Gasto de R$ 251 bi com juros pagaria uma década de Bolsa Família", por Gustavo Patu

Folha de São Paulo


A administração petista expandiu programas sociais e investimentos no ano eleitoral de 2014, mas, entre as maiores despesas federais, a que mais cresceu foi o pagamento de juros da dívida.

Segundo dados divulgados nesta sexta-feira (30), o governo Dilma Rousseff entregou R$ 251,1 bilhões no ano passado aos credores da União, numa expansão de 35,1% em relação aos R$ 185,8 bilhões do ano anterior.

Alex Falcão - 20.dez.14/Futura Press/Folhapress
Empreendimento do Minha casa, Minha Vida (SP); só os R$ 17,3 bi para conter alta do dólar pagariam o programa
Construções do Minha casa, Minha Vida (SP); R$ 17,3 bi para conter alta do dólar pagariam programa

O montante bastaria para quase uma década de benefícios do Bolsa Família, a principal marca das políticas oficiais de combate à miséria.

Da cifra, só os R$ 17,3 bilhões em despesas financeiras destinadas a conter a alta do dólar são praticamente equivalentes ao total destinado ao programa habitacional Minha Casa, Minha Vida, outra vitrine do Executivo.

O aumento dos gastos com juros superou os dos investimentos em infraestrutura e dos programas mais tradicionais de transferência de renda, como os de previdência, assistência social e amparo ao trabalhador.

DESONERAÇÕES

Entre as principais causas da piora das contas do Tesouro Nacional, há apenas um caso de elevação mais aguda, mas de dimensões bem menores: a perda de receita com as desonerações da folha de pagamento, que passou de R$ 12,3 bilhões, em 2013, para R$ 21,6 bilhões no ano passado, alta de 75,6%.

Enquanto a equipe econômica nomeada neste ano corta despesas de custeio e propõe restrições à seguridade social, os encargos da dívida pública tendem a acompanhar a elevação das taxas do Banco Central.

Trata-se de uma reviravolta na política de redução dos juros que chegou a ser adotada como trunfo político de Dilma -que, em 2012, cobrou a queda das taxas bancárias em pronunciamento na TV.

Naquele ano, a taxa Selic, do Banco Central, havia caído a 7,25% ao ano, menor patamar desde sua criação, em 1986. Os gastos do governo federal com sua dívida caíram de R$ 180,6 bilhões para R$ 147,3 bilhões.

Na época, a Fazenda defendia que, com o alívio das despesas financeiras, havia novo espaço no Orçamento para a queda de impostos e a expansão de programas sociais e investimentos, como forma de reduzir a pobreza e estimular a economia.

EFEITO COLATERAL

Posta em prática, a estratégia foi eficaz em reduzir o desemprego, mas com o efeito colateral de acelerar a inflação. Com o IPCA ameaçando ultrapassar o teto de 6,5% fixado na legislação, os juros voltaram a subir a partir de 2013 e hoje já estão em 12,25%.

A taxa é uma das mais elevadas do mundo. Em termos reais, ou seja, descontada a inflação, só perde para a da Rússia, que deverá enfrentar recessão aguda neste ano.

Além do impacto da alta dos juros, os encargos da dívida cresceram com a injeção de recursos do Tesouro -obtidos com a venda de títulos públicos- nos bancos oficiais e as intervenções do BC no mercado de câmbio.

Nessas operações, a instituição oferece ao mercado contratos vinculados à variação das cotações do dólar: se elas caem, o BC tem lucro; se elas sobem, como aconteceu em 2014, prejuízo.

"A jogada de Aécio Neves", por Ilimar Franco

O Globo


Além de fortalecer a aliança com o PSB e sinalizar à opinião pública a oposição ao governo, o presidente do PSDB, Aécio Neves, quer levar a eleição para a presidência da Câmara para o 2º turno. Na oposição, a postura do tucano é vista como a de quem quer ter os louros de uma vitória do líder do PMDB, Eduardo Cunha. Se este vencer de primeira, Aécio não ganha, mas, se for no 2º, o tucano pode vender a versão de que foi decisivo.

Acertando o passo
O PR atribui ao PT a dificuldade de fechar com a candidatura de Arlindo Chinaglia à presidência da Câmara. Enquanto petistas decidiam se teriam candidatura própria, o PR já havia assumido compromisso com o líder do PMDB, Eduardo Cunha. Na reunião com os cinco ministros petistas, o PRB e o PP, na quarta-feira, seu presidente, o senador Alfredo Nascimento, sustentou que o PR só poderia mudar de lado caso ocorresse uma migração conjunta. Se as três siglas aderissem à candidatura de Chinaglia, tendo como pano de fundo um discurso político pela governabilidade, eles virariam casaca. Nas próximas horas, nervosismo e muita negociação.

“Não votar no Júlio (Delgado) para a presidência da Câmara é o mesmo que não votar no Aécio (Neves)”

Cássio Cunha Lima
Senador (PSDB-PB) e futuro líder dos tucanos no Senado, defendendo que o partido dê apoio ao candidato socialista Júlio Delgado

Acordo fechado
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, acertou com o prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB), a manutenção da aliança para o pleito de 2016. Os petistas vão apoiar o candidato de Paes para sucedê-lo. Falcão já se acertou com o PT do Rio.

A chave do cofre
Escolhidos os presidentes do Senado e da Câmara, a expectativa é o anúncio, pela presidente Dilma, dos novos dirigentes dos bancos federais. No Planalto, circula que para o BNDES será nomeado o ex-presidente do BB Aldemir Bendine (foto), também chamado pelo apelido Dida. Para o BB, vai Paulo Caffarelli. Para a CEF, Miriam Belchior.

Os petistas de lá e os de cá
Os políticos veteranos se divertem. O PT tem candidato à presidência da Câmara porque não confia no governismo de Eduardo Cunha. E namora com a candidatura de Luiz Henrique no Senado porque não confia no seu oposicionismo.

Rumo definido
Mesmo que não integre o bloco do PMDB, e a despeito do trabalho do ex-ministro Aguinaldo Ribeiro em favor de Arlindo Chinaglia (PT), a direção do PP fez as contas e constatou que 90% da bancada da Câmara estão apoiando Eduardo Cunha para presidente. A campanha deste é coordenada pelo deputado Júlio Lopes (PP-RJ).

Reviravolta
O PRB faz o maior suspense, mas já ouviu-se da boca de seu líder, o deputado César Halum (TO), que o partido apoiará Arlindo Chinaglia, e que já são contabilizados entre 15 e 18 votos para o petista, em uma bancada de 21 parlamentares.

O bolão
Os deputados do PMDB se entregaram à jogatina na reta final da eleição para presidir a Câmara. A bancada está apostando sobre a quantidade de votos que terá o líder Eduardo Cunha. Mais de 30 fizeram suas apostas, com valor médio de R$ 50.

Mesmo em prisão domiciliar, o ex-presidente do PR Valdemar Costa Neto foi procurado por PMDB e PT por causa da eleição para presidir a Câmara.

Cerveró é eleito o babaca da semana

O ex-diretor da Petrobras é eleito o babaca da semana em 'O Belo e a Fera'. Cerveró quer proibir empresas de produzirem máscaras de Carnaval com o molde de seu rosto. Ele teme que a brincadeira desgaste ainda mais sua imagem. E o Big Brother Brasília continua a todo vapor. Uma "presidenta" trancada com 39 ministros. Quem será que vai para o paredão? E como faz a prova do anjo? Marcelo Madureira e Joice Hasselmann comentam em 'O Belo e a Fera'.

Veja  http://migre.me/oqged

A Venezuela, um caso de polícia (e de Exército)

Com Blog Caio Blinder - Veja




Maduro dá sinal verde para os milicos atirarem
Maduro dá sinal verde para os milicos atirarem

A imprensa espanhola, de esquerda e de direita, está sempre atenta para cobrir o desgoverno, os desmandos e o desatino chavista. Esta semana já escrevi a respeito da revelação do jornal ABC (conservador) sobre a deserção de Leamsy Salazar (que foi chefe da segurança do próprio Hugo Chávez), implicando a alto cúpula do regime no narcotráfico. Não é a primeira denúncia do gênero, mas Salazar, que está agora nos EUA sob proteção judicial, é o rato mais importante a saltar do navio criminoso fazendo este tipo de acusação.
O regime é capaz de ir às últimas consequências para se manter no poder, apesar de sua criminalidade e implosão. O esquerdista El País tem reportagem inquietante sobre o decreto do governo Nicolás Maduro autorizando o Exército a usar armas de fogo em manifestações e comícios, não diferenciando entre atos pacíficos e violentos.
Nos EUA, tampouco há carestia de bom material sobre a implosão do chavismo, agravada pela baixa dos preços do petróleo. Na capa de sua edição impressa nesta sexta-feira, o New York Times detalha a situação de um país em que a população carece do básico. O resultado são as filas imensas, com milhares de pessoas, para a compra de gêneros subsidiados. E lá está o Exército patrulhando a multidão que se estende por quarteirões. Os soldados vão atirar contra opueblo insatisfeito?