Mais de 100 companhias foram alvo dos criminosos supostamente ligados ao Partido Comunista da China

Duas pessoas ligadas aos hackers foram presas na Malásia | Foto: DIVULGAÇÃO/FLICKR
Promotores norte-americanos acusaram cinco hackers chineses, na quarta-feira 16, por ataques cibernéticos a mais de 100 empresas de tecnologia nos Estados Unidos.
A lista de vítimas também incluí companhias de telecomunicações, instituições governamentais, políticos pró-democracia e ativistas em Hong Kong.
Um dos objetivos dos criminosos era utilizar os computadores dos cidadãos para a mineração de criptomoedas.
Conforme a Justiça, o quinteto trabalha para órgãos de inteligência ligados ao Partido Comunista da China.
Além disso, na segunda-feira 14, duas pessoas ligadas aos hackers foram presas na Malásia.
Suspeita-se que elas tenham facilitado os ataques às empresas americanas, conforme o Departamento de Justiça dos EUA.
Os promotores consideraram as prisões como uma vitória para a cooperação internacional, pois raramente os EUA conseguem que outros países prendam hackers estrangeiros.
O governo do presidente Donald Trump garante que algumas empresas, entre elas a Microsoft, o Google, o Facebook e a Verizon, ajudaram nas investigações.
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Cristyan Costa, Revista Oeste