Ex-dono do Banco Master chegou a elaborar um novo acordo para garantir o pagamento total dos R$ 129 milhões
Ele não só assinou um contrato estupendo com o escritório de
advocacia de Viviane Barci de Moraes, no valor de R$ 129 milhões,
dividido em parcelas de R$ 3,6 milhões, como chegou a tratar de
providenciar um novo contrato para que as prestações
continuassem a ser pagas até o final do prazo estipulado, no caso
de o Banco Master, o contratante no papel, ser vendido.
A jornalista Malu Gaspar publicou que a informação constava em um dos anexos da delação rejeitada pela Polícia Federal. Escreveu a jornalista: “Pessoas próximas ao ex-banqueiro que confirmaram a informação afirmam que esse segundo documento teria sido feito em agosto de 2025 porque já havia a previsão de venda do banco no curto prazo e, nesse caso, seria preciso garantir o pagamento de todo o valor estipulado no primeiro contrato, de R$ 3,6 milhões mensais entre janeiro de 2024 a janeiro de 2027, mesmo que o escritório já não estivesse mais vinculado ao Master, que era o cliente inicial”.
A jornalista Malu Gaspar publicou que a informação constava em um dos anexos da delação rejeitada pela Polícia Federal. Escreveu a jornalista: “Pessoas próximas ao ex-banqueiro que confirmaram a informação afirmam que esse segundo documento teria sido feito em agosto de 2025 porque já havia a previsão de venda do banco no curto prazo e, nesse caso, seria preciso garantir o pagamento de todo o valor estipulado no primeiro contrato, de R$ 3,6 milhões mensais entre janeiro de 2024 a janeiro de 2027, mesmo que o escritório já não estivesse mais vinculado ao Master, que era o cliente inicial”.
Para garantir que os pagamentos fossem feitos até o fim, o novo contrato seria assinado com outra empresa de Vorcaro, cujo nome não constava do anexo da delação rejeitada.
Mário Sabino - Revista Oeste