segunda-feira, 7 de junho de 2021

Governo rebate matéria e acusa revista globalista de sugerir a morte de Bolsonaro

 

Órgão do Poder Executivo se pronunciou no domingo 6
Órgão do Poder Executivo se pronunciou no domingo 6 | Foto: Reprodução/The Economist

A Secretaria de Comunicação (Secom) do governo federal se pronunciou sobre a mais recente matéria publicada pela revista globalista The Economist. Conforme o órgão do Executivo, a publicação atacou o presidente da República e quis “influenciar os rumos políticos do Brasil”. A Secom acusou, ainda, a notícia Time do Go (hora de ir embora, em português) de ser “insana” e “sem ética”. Sob o título Brazil’s dismal decade (“A década sombria do Brasil, em tradução livre”), a capa apresenta uma montagem com a estátua do Cristo Redentor recebendo oxigênio, em alusão à epidemia de coronavírus.

“A narrativa do texto, em suma, é a seguinte: o presidente seria um ditador que estaria matando o próprio povo; seus apoiadores estariam dispostos à guerra civil e o Exército estaria disposto a intervir caso o presidente perca as próximas eleições”, salientou a Secom, em texto publicado nas redes sociais, no domingo 6. “A reportagem chega a afirmar que a solução seria eliminar o presidente: ‘A prioridade mais urgente é eliminá-lo’, afirmam. Vejam bem: não falam apenas em vencer nas urnas, destituir. Falam em eliminar. Estaria o artigo fazendo uma assustadora apologia ao homicídio do presidente?”, acrescentou a Secom.

Veja trechos dos tuítes


Cristyan Costa, Revista Oeste