“Confronte-se os líderes atuais com um Winston Churchill ou um Franklin Roosevelt e se verá o abismo que os separa”, afirmou Augusto Nunes

Os governantes do passado sabiam que nenhum país ganha uma guerra com sucessivas retiradas
Foto: Divulgação/Flickr
“Algum leitor enxergou algum gesto ou frase aproveitáveis ao longo deste estranho 2020?”, interpelou o jornalista Augusto Nunes, no mais recente artigo que publicou na Revista Oeste.
“No lugar do ‘sangue, trabalho, lágrimas e suor’ prometidos por Churchill durante a [Segunda Guerra Mundial], ouviu-se a sequência de mantras recitados por João Doria: ‘Fique em casa’, ‘Use máscaras’ e, de novo, ‘Fique em casa'”, observou o colunista, ao lamentar a falta de estadistas no século XXI; estadistas esses capazes de lidar com os problemas que assolam os países.
“Confronte-se os líderes atuais com um Winston Churchill ou um Franklin Roosevelt e se verá o abismo que separa os gigantes que derrotaram a Alemanha nazista dos pigmeus apavorados com a pandemia. Estes acham que é possível chegar à vitória de recuo em recuo. Aqueles sabiam que nenhum país ganha uma guerra com sucessivas retiradas”, concluiu Augusto.
Leia o artigo completo na edição n° 40 da Revista Oeste
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