sábado, 25 de abril de 2020

Segundo a Folha, porta-voz do covil do Lula, chance de impeachment de Bolsonaro é remota

Líderes partidários acreditam ser remota a chance de um impeachment do presidente da República. A esquerda representada pelo covil do PT não baterá no presidente por Sergio Moro, já que o ex-juiz é o algoz de Lula, maior ladrão do Brasil, condenado há mais de 30 anos de cadeia
Com isso, a fatia do parlamento que poderia aderir a um processo contra o presidente não é numerosa.
 Apesar dos pedidos de impeachment de membros importantes do PT, como o governador Wellington Dias (PI), o partido não entregou, até a noite desta sexta (24), pedido de afastamento de Bolsonaro do cargo. Na esquerda, PSB, PDT e Rede eram os únicos que haviam se manifestado nessa direção.

Presidente da República, FHC teve dezenas de pedidos de impeachment. O PT, que não assinou a Constituiçãpo de 1988, que foi contra o Plano Real, que, enfim, sempre apostou no 'quanto pior, melhor', apresentou pedidos de impedimentos do tucano a perder de vista.

FHC concluiu o mandato, e o PT só conseguiu detonar o país quando elegeu Lula e Dilma presidentes.

Óbvio que FHC tem culpa direta na chegada do PT ao poder. Ao comprar a reeleição e permitir que os petistas aparelhassem a máquina pública, o tucano forjou o caminho para a organização crimiosa do Lula subir a rampa.

O sonho do covil do Lula era transformar o Brasil numa republiqueta, tipo Cuba, Venezuela...  serviço do Foro de São Paulo. Mas, a roubalheira foi tamanha que o povo foi às ruas e mandou Lula e seus puxadinhos para o lixo da história.

Agora, sem surpresa, PT e PSDB estão unidos...
Loading O alvo de PT e do PSDB em Sergio Moro tem também a estratégia de desconstruir o ex-juiz, a partir do diagnóstico de que ele entrou na fila de candidatos em 2022. 
Moro poderá ser candidato contra Bolsonaro, inviabilizando algum nome das legendas mais corruptas da história do Brasil, PT e PSDB.


Com informações da Folha de São Paulo, porta-voz do covil do Lula