
Em momento de euforia, presidente do Senado resolveu dar aula
de ética ao ex-juiz da Lava Jata, como se ele fosse um santo e o
ministro da Justiça, um malandrinho contumaz, papéis trocados.
Foto: Dida Sampaio/Estadão
Naqueles ágapes infindáveis do Planalto Central, o amapaense Davi Alcolumbre, deslumbrado pelo posto que ocupa de presidente do Senado, mas invejoso da popularidade do ministro da Justiça, Sérgio Moro, deitou falação contra o herói popular que ele jamais conseguirá ser.
Disse, entre outras patacoadas, que, se o ex-juiz da Lava Jato fosse parlamentar, as revelações do site The Intercept Brasil já o teriam levado à cassação ou à prisão. Omitindo os próprios crimes, esqueceu-se de contar que crimes teria cometido o outro.
O Estado de São Paulo