Antes de iniciar o julgamento do habeas corpus de Lula, os ministros da Segunda Turma discutem se Cristiano Zanin terá direito a fazer sustentação oral no plenário.
Em regra, advogados não podem se manifestar quando o colegiado analisa um recurso contra uma decisão tomada individualmente por um dos ministros.
Amoral, Ricardo Lewandowski foi o primeiro a defender o pronunciamento do advogado de Lula.
“Vivemos dias difíceis do ponto de vista da democracia e do estado de direito”, justificou o 'jurista da rota do frango com polenta', como o batizou Marco Antonio Villa, antes de ser cooptado espetacularmente pela organização criminosa do Lula.
Com informações do Antagonista