
Quando representantes do Ministério Público e da Polícia Federal chegaram ao quarto de Delcídio do Amaral, num hotel de Brasília, o senador pensou, inicialmente, tratar-se de busca e apreensão de documentos, apenas.
Só depois de vasculharem todo o local é que os profissionais decretaram a voz de prisão.
--- Como, um senador da República? – perguntou, perplexo, Delcídio.
--- Senador, estamos cumprindo determinação do Supremo Tribunal Federal --- respondeu um dos procuradores.
Em seguida, permitiram que Delcídio telefonasse a seu advogado.