A "Marcha da Dignidade"impressionou com espanhóis exigindo a renúncia do socialista Pedro Sánchez, chefe de governo.
Uma multidão de mais de 200 mil espanhóis tomou as ruas de Madri, nesta sábado (23), exigindo a renúncia imediata do socialista Pedro Sánchez, presidente do governo (como os espanhóis denominam o primeiro-ministro), e denunciando o que chamam de máfia socialista. Sánchez se declarou “amigo” de Lula (PT), ao encontrar recentemente o brasileiro.
A “Marcha pela Dignidade” exibiu faixas de criticas duras contra o governo e bandeiras da Espanha, em uma manifestação promovida por mais de 150 associações civis, que expuseram o esgotamento de um governo marcado por escândalos de corrupção, alianças espúrias com separatistas catalães e radicais de extrema-esquerda.
Os espanhóis também estão revoltados pelas iniciativas e articulações de Pedro Sánchez, estabelecendo controle ideológico da justiça, censura aos críticos e opositores e um governo considerado desastroso, que afundou a Espanha em divisão social, insegurança nas ruas e erosão das instituições democráticas.
Acusado decse agarrar ao poder a qualquer custo, Sánchez transforma a Espanha num projeto pessoal de perpetuação esquerdista, ignorando o clamor popular por dignidade, honestidade e fim dessa era de aparelhamento estatal e impunidade.
Diário do Poder